Vivo inicia operação de sua primeira usina solar no Distrito Federal


A Vivo divulgou hoje, 18, a inauguração de sua primeira usina no Distrito Federal no modelo de geração distribuída, de fonte solar fotovoltaica. A construção terá uma capacidade de4,824 MWp. A energia produzida na usina será utilizada no atendimento de 530 unidades consumidoras da empresa – como sites, equipamentos de transmissão e prédios administrativos – localizadas na área de concessão da Companhia Energética de Brasília (CEB).

A usina fica localizada na na região do Café Sem Troco, núcleo rural de Paranoá, em uma área que equivale a 15 mil metros quadrados. A Athon Energia é a responsável pela construção e operação do local. A operadora segue um modelo no qual empresas contratadas investem em geração distribuída. Em contrapartida, elas formam uma parceria de até 20 anos com a Vivo.

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Projeto de instalação de usina da Vivo

Isso faz parte de uma iniciativa da operadora que prevê a instalação de cerca de 70 usinas em todas as regiões do País, operando em 23 estados e no Distrito Federal. Deste total, 15 já estão em funcionamento e o restante deve estar operacional até meados de 2021.

O projeto responde por mais de 80% do consumo em baixa tensão da Vivo e atende a 28 mil unidades da empresa.  Com todas as usinas operando, a Vivo produzirá cerca de 670 mil MWh/ano de energia. A produção é suficiente para abastecer o consumo de uma cidade de até 300 mil habitantes.

Segundo a Vivo, como as usinas ficam próximas aos pontos consumidores, as perdas do sistema de distribuição e as emissões de CO2 são reduzidas. A operadora também afirmou ter diminuído em 50% suas emissões de gases causadores do efeito estufa e aumentado em 7% sua economia energética em 2019.

“Em todo o Centro-Oeste, já são quatro usinas em operação pela Vivo, incluindo Aripuanã (MT) e Rio Verde (GO), de fontes hídricas, e Bela Vista de Goiás (GO), de fonte solar. E no primeiro semestre de 2021, uma nova usina de fonte solar deve entrar em operação pela Vivo no Distrito Federal”, afirmou o diretor de Patrimônio da Vivo, Caio Guimarães. (Com assessoria de imprensa)

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