Velocidade média da internet aumenta no Brasil graças à fibra


PUBLICIDADE

A consultoria Ookla, responsável pela aplicação em nuvem Speedtest, publicou hoje, 9, relatório sobre o desempenho das redes brasileiras ao longo do primeiro trimestre do ano.

Os dados apontam que a velocidade da banda larga fixa melhorou 69,2% em relação ao mesmo período de 2020 em função da expansão das redes de fibra óptica até a casa do cliente (FTTH).

Com isso, o Brasil subiu sete posições no ranking de velocidade de banda larga fixa, chegando ao 49º lugar no Índice Globa Speedtest em abril.

Para a consultoria, a tendência é que a conectividade brasileira continue a melhorar em razão da chegada das rede móveis de quinta geração (5G). A Anatel vai realizar leilão de espectro para adoção desta tecnologia ainda neste ano.

Na América Latina, o Brasil só não tem velocidade média da banda larga fixa que o Chile. Aqui, registramos média de dowload de 50,64 Mbps. Lá, a média foi de 93,92 Mbps. No upload, nossa média é de 26,37 Mbps. Lá, de 30,72 Mbps.

A operadora que registrou a banda larga fixa mais rápida, em média, foi a Vivo. Esta apresentou velocidade de 68,25 Mbps. A Claro ficou em segundo, com 60,54 Mbps. E depois vem a Oi, com 55,13 Mbps.

Banda larga móvel

Quando o assunto é banda larga móvel, o Brasil fica em terceiro lugar no rankin latino americano. Com velocidade de download de 19,14 Mbps e de upload de 7,17 Mbps, perde para México (23 Mbps e 9,98 Mbps) e Argentina (20,76 Mbps e 6,94 Mbps).

Das operadoras móveis, a Claro registra a velocidade média mais alta, de 27,54 Mbps. O resultado não surpreende, uma vez que a empresa concentra a maior quantidade de espectro, à frente de Vivo, TIM e Oi.

A segunda operadora em velocidade de rede é a Vivo, com 19,53 Mbps em média de download. A TIM ver em terceiro, com 14,88 Mbps. E a Oi em quarto, com 10,93 Mbps.

O relatório completo da Ookla, em inglês ou português, pode ser acessado aqui.

Anterior TIM, Leonardo e Enel X se juntam para atender o mercado de cidades inteligentes
Próximos Senado aprova PL de universalização da internet nas escolas públicas com dinheiro do Fust