Velocidade média da internet no país aumenta 51% em um ano


abstrata-internet-app-velocidade-persectivaA banda larga brasileira ficou mais rápida no último ano. A conclusão está em estudo da Akamai, dona de uma das maiores CDNs do planeta. A empresa divulgou hoje, 15, a pesquisa State of The Internet sobre o terceiro trimestre, na qual retrata o cenário de conectividade fixa em todo o mundo. A média globa do acesso à internet ficou em 6,3 Mbps, enquanto no Brasil ficou em 5,5 Mbps.

O número nos coloca na 87ª posição no ranking global, que tem cerca de 200 países. O primeiro colocado em velocidade média, como é de se esperar, é a Coreia do Sul. Lá a banda larga fixa registra acessos médios de 26,3 Mbps.

O Brasil tem a mesma posição (87) quando se trata de pico de velocidade de acesso. Neste caso, registramos 34,4 Mbps, ante a média mundial de 37,2 Mbps. A campeã, Cingapura, atinge a marca de 162 Mbps. Os números mostrar que a média da velocidade de acesso brasileira aumentou 51% em um ano. Já o pico aumentou menos, 19%.

PUBLICIDADE

Na comparação com os países das Américas, o Brasil aparece como sexto colocado em velocidade média. À nossa frente ficam Estados Unidos (16,3 Mbps de média), Canadá (13,8 Mbps), Chile (7,3 Mbps), México (7,2 Mbps), e Uruguai (7 Mbps).

Os dados da Akamai confirmam o que números da Anatel já indicavam: houve um aumento da procura por planos de banda larga com velocidades mais altas. Os acessos com velocidade acima de 4 Mbps cresceram 61% em um ano, e hoje representam 52% do total. Os acessos acima de 10 Mbps cresceram 361%, e hoje equivalem a 10% do total. Já aqueles acima de 15 Mbps aumentaram 353%, e agora representam 2,9% do mercado.

Os dados da Akamai se baseiam na velocidade de fato entregue ao usuário, e não no contrato com a operadora, com faz a Anatel.

Banda larga móvel
A Akamai mediu também a velocidade média da internet no celular. Nesse caso, o Brasil atinge 4 Mbps, atrás de Canadá (8,9 Mbps), Estados Unidos (7,5 Mbps), Peru (7,1 Mbps), México (6,7 Mbps), Paraguai (5,3 Mbps), Colômbia (5 Mbps) e Chile (4,2 Mbps).

Anterior Oposição barra votação do projeto da terceirização na Câmara
Próximos Legislativo aprova taxação de OTTS com ISS