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Twitter dá início à demissão em massa no começo da era Musk

Corte pode atingir metade dos funcionários da rede social, que conta com aproximadamente 7.500 empregados em todo o mundo
Processo de demissão do Twitter pode atingir metade dos funcionários
Sob a gestão de Elon Musk, Twitter dá início a um processo de demissão em larga escala (crédito: Freepik).

Pouco mais de uma semana após comprar o Twitter, o bilionário Elon Musk deu início, nesta sexta-feira, 4, a um processo de demissão em massa que pode atingir metade da força de trabalho da rede social.

Na quinta-feira, 3, a empresa enviou um e-mail para os funcionários indicando que os desligamentos seriam feitos no dia seguinte. O tamanho do corte não foi informado. As demissões, de acordo com o “The Wall Street Journal”, ocorreriam por volta das 9 horas da manhã no horário do Pacífico (13 horas no horário de Brasília) – a sede da empresa fica em São Francisco, na Califórnia.

A rede social conta com aproximadamente 7.500 funcionários em todo o mundo, conforme informações regulatórias.

Ainda na noite de quinta-feira, um número crescente de empregados relatou que perdeu o acesso ao e-mail da empresa, em um aparente sinal de que a demissão estaria por vir.

Segundo o “Valor Econômico”, as demissões também devem atingir os funcionários da subsidiária brasileira do Twitter. O jornal indica que parte dos 150 empregados teve os computadores de trabalho bloqueados.

O Tele.Síntese entrou em contato com a rede social sobre as eventuais demissões no Brasil, mas, até a publicação desta matéria, não obteve resposta.

Gestão conturbada

Elon Musk anunciou a compra do Twitter na quinta-feira da semana passada, 27 de outubro, e, logo em seguida, demitiu os membros do conselho de administração da rede social. Desde então, já se ventilava a possibilidade da redução do quadro funcional da empresa.

Antes disso, porém, o fundador da Tesla e da SpaceX criou polêmica ao anunciar que o microblog passaria a cobrar pelo selo de perfil verificado – atualmente, o timbre é gratuito e concedido a pessoas de projeção pública como forma de prover autenticidade à conta.

“Para todos os reclamantes, por favor, continuem reclamando, mas vai custar US$ 8”, escreveu Musk na rede social.

Nesta sexta-feira, sem citar as demissões, o bilionário afirmou, também em um post na rede social, que o Twitter teve uma queda massiva de receita em razão da pressão de grupos ativistas sobre os anunciantes. “Eles estão tentando destruir a liberdade de expressão na América”, destacou Musk.

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