TIM zerou emissão indireta de CO2 resultante do consumo de energia em 2021


A TIM Brasil divulgou nesta semana seu Relatório ESG 2021, no qual elenca as iniciativas ambientais, sociais e de governança, entre as quais se destacou o fim das emissões de CO2 resultante de seu consumo de energia em 2021. Com isso, antecipou a meta, que para o fim de 2023 preconizava redução de 70% dessas emissões.

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O relatório mostra ainda que além de zerar o consumo de CO2 na área de energia, a TIM elevou a ecoeficiência no tráfego de dados em 96% já em 2021, ultrapassando a marca prevista de 80%.

A TIM também avançou em seu projeto de geração de eletricidade por conta própria. O plano de geração distribuída – que encerrou 2021 com 46 usinas solares, hídricas, de biogás – se juntou à aquisição de energia limpa no mercado livre e a certificados de origem de energia renovável (I-RECs). Por meio destas ações coordenadas, a operadora alcançou a meta equivalente a 100% de energia renovável em sua operação.

“Pela primeira vez, a TIM foi incluída no Sustainability Yearbook, de 2022, o anuário elaborado pela S&P Global, responsável pelo Dow Jones Sustainability Index, que apresenta as empresas líderes em sustentabilidade no mundo e é considerado referência para investidores. O nosso futuro e a nossa inovação passam obrigatoriamente pelo nosso Plano ESG”, comemora o CEO da TIM, Alberto Griselli.

O vice-presidente de Relações Institucionais Mario Girasole diz que a cultura ESG já está enraizada na rotina da empresa. “O Relatório ESG 2021 demonstra o papel estratégico da TIM nas dimensões ambientais, sociais e de governança, e como temos avançado nessas questões, superando os nossos próprios objetivos e metas, antes mesmo dos prazos estabelecido, em muitos casos”, afirma o executivo.

Na área social, a TIM tem o compromisso de levar a cobertura 4G para todos os 5.570 municípios brasileiros até 2023. Em 2021, a operadora, que é líder nesta tecnologia, alcançou o percentual de 85% dos municípios cobertos. Na promoção de um ambiente inclusivo e diverso, a companhia busca ter pelo menos 35% dos cargos de chefia ocupados por mulheres e 40% de colaboradores negros no quadro funcional até 2023. Hoje, 34% dos postos de comando são conduzidos por mulheres e 36% dos colaboradores são pessoas negras.

Já no campo de governança, a TIM se manteve entre as companhias brasileiras com as melhores práticas no país, integrando o Novo Mercado, o S&P/B3 Brasil ESG, o Índice de Carbono Eficiente e o Índice de Sustentabilidade Empresarial, na B3, sendo a primeira operadora de telecomunicações a obter o selo “Pró-ética” da Controladoria Geral da União. A TIM possui também a certificação ISO 37001, de combate ao suborno, e está em vias de obter o ISO 27001, de gestão da segurança da informação. (Com assessoria de imprensa)

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