TIM venderá suas torres para American Tower por 900 milhões de euros


O Conselho de Administração da Telecom Italia, que está reunido hoje para debater a estratégia da empresa para o mercado brasileiro (especula-se a fusão com a Oi ou a venda da TIM) poderá deliberar sobre a venda das torres da TIM, pelo valor de 900 milhões de euros (US$ 1,1 bilhão) ou ( R$ 2,75 bilhões).

O Conselho de Administração da Telecom Italia, que está reunido hoje para debater sobre a estratégia da empresa para o mercado brasileiro, (especula-se a fusão com a Oi ou a venda da TIM) poderá deliberar pela a venda das torres da TIM, pelo valor de 900 milhões de euros (US$ 1,1 bilhão) ou ( R$ 2,75 bilhões).

A informação de que a venda está acertada foi divulgada pela agência Reuters com base em fontes não identificadas. Em outubro deste ano o Cade (agência de regulação econômica brasileira) autorizou a aquisição, pela American Tower, da Br Tower, uma empresa criada pelo GP Investments para atuar também no mercado de utilities brasileiro. Com esta aquisição, a empresa norte-americana passou a deter as 4,3 mil torres da concorrente, além de outras 1,4 mil que já possuía.

O presidente da TIM, Rodrigo Abreu, na divulgação dos resultados do terceiro trimestre deste ano, disse que a operadora possuía com 9.920 sites 3G e 3.153 sites 4G. O site pode ser apenas a antena e a eletrônica da rede, e por isto seu número é bem maior do que a quantidade de redes. Mas ele confirmava que negociação incluía as torres 4G da operadora.

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Patuano e Oi

Ainda segunda a agência, o CEO da operadora italiana, Marco Patunao, estaria defendendo junto ao board da empresa a fusão da TIM com a Oi. E seu argumento estaria baseado na redução dos custos operacionais originários desta consolidação, que poderiam chegar de US$ 7,8 bilhões a US$ 11, 7 bilhões.

Mas para consolidação se efetivar, deveria haver uma due dilligence na concessionária brasileira, que é a maior em telefonia fixa mas é a quarta na telefonia móvel. Mas o chairman da Telecom Italia, Guiseppe Recchi, estaria resistindo em tomar decisões estratégicas como esta na reunião de hoje. Ontem, Fossetti,  o segundo maior acionista da Telecom Italia desaconselhou a fusão com a Oi.

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