TIM também embarca na disputa pelo mercado de mobile ads


A TIM anunciou hoje, 30, ter entrado oficialmente na disputa pelo mercado de mobile ads. Para isso, usará duas novas soluções: uma fruto de parceria com a Gemalto (fornecedora de soluções de segurança), e outra de um acordo com a inMobi (maior empresa de ad network do mundo) e Brightstar (integradora para o mercado wireless).

Da Gemalto, a TIM vai usar a solução Mobile Application Push (MAP), que permite o envio de mensagens interativas a smartphones. A modalidade de anúncio permite ao usuário baixar aplicativos propagandeados sem afetar a franquia de dados. ““O mobile marketing tem um potencial muito grande no Brasil, mercado que possui um rico ecossistema de desenvolvedores de aplicativos e de anunciantes investindo em digital ainda pouco explorado pelas operadoras”, diz Flavio Lang, diretor de VAS e Handsets da TIM Brasil.

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O MAP começou a ser embarcado em aparelhos Android vendidos pela TIM desde o final de 2015 e, atualmente, já está em cerca de 100 mil celulares na base da operadora. A resposta dos clientes foi extremamente favorável em dois pilotos realizados, com taxa de aceitação superior a 20%. A solução não ocupa a memória e nem espaço na tela dos smartphones.

Já a parceria com a inMobi e com a Brightstar resultou na criação do TIM Ofertas. O formato de mídia trabalhado abrange vídeo, texto e outras aplicações diferenciadas e permite também ofertas de anunciantes parceiros diversos, como lojas de e-commerce, por exemplo.

“O TIM Ofertas inaugura um modelo diferenciado de mobile marketing, com a criação de opções de rich media nos smartphones, mais interativas e pouco intrusivas para os clientes que optarem por receber esses anúncios”, afirma Lang. O aplicativo, pré-embarcado em celulares da TIM com sistema Android. A venda de mídia será feita no formato programático.

Telefônica e Claro anunciaram, nas últimas semanas, também produtos para operar no mercado de publicidade embarcada no smartphone dos clientes, com formatos semelhantes, que usam pop-ups e não descontam da franquia dos usuários caso o impacto resulte no download de apps. (Com assessoria de imprensa)

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