Teles propõem ações para aumentar competitividade do país


Os empresários de telecomunicações apresentaram, nesta quarta-feira (10), 30 iniciativas para o novo governo com o objetivo de elevar a qualidade dos serviços brasileiros, capazes de fazer o país saltar da atual 57ª posição no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial para a 30ª colocação, já em 2018, e esteja, até 2022, entre as 20 economias mais produtivas e competitivas do mundo. As ações se baseiam na intensificação do uso de TICs para uma economia mais inovadora e inclusiva.

 

As iniciativas, resumidas na Carta de Brasília, estão organizadas em cinco eixos e preveem a soma de esforços das empresas e do governo. O primeiro grupo de ações inclui a expansão de serviços e aplicações de soluções completas com TICs que promovam o desenvolvimento econômico sustentável com bem-estar social, em linha com as demandas da sociedade (registros públicos, saneamento, gestão ambiental, saúde, educação, previdência e assistência social, mobilidade urbana, segurança pública e valorização do patrimônio cultural).

 

O segundo eixo pressupõe a promoção de condições para o uso pleno, pela sociedade, da infraestrutura de telecomunicações renovada continuamente com a otimização da aplicação de recursos públicos e privados. Enquanto que o terceiro grupo de iniciativas requer a criação de um ambiente institucional representativo, que incentive investimentos, com políticas públicas efetivas, segurança jurídica, intensificação do uso de PPPs, desburocratização de processos e políticas industriais que motivem a utilização de TICs.

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As teles defendem também o incentivo a formação e a capacitação profissional para as TICs, qualificando o capital humano de forma contínua; e o estímulo à inovação e o empreendedorismo, o investimento em P,D&I, assim como soluções de segurança de redes e de garantia da privacidade, a oferta de plataformas para internet das coisas e de soluções com TICs.

 

A Carta de Brasília resume os debates realizados no 58º Painel Telebrasil, que este ano discutiu telecomunicações, competitividade e inovação. As propostas serão apresentadas aos candidatos à Presidência da República.

 

 

 

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