Tekelec apresenta arquitetura IMS


A Tekelec apresentou hoje, em São Paulo, suas soluções para arquitetura de rede IMS (subsistema multimídia IP), ideais, segundo a empresa, para a convergência fixo/móvel. Segundo o presidente da firma no Brasil, Paulo Henrique Souza, o IMS permite que as operadoras aproveitem os investimentos feitos em sistemas legados de voz, enquanto implementam novos serviços IP. …

A Tekelec apresentou hoje, em São Paulo, suas soluções para arquitetura de rede IMS (subsistema multimídia IP), ideais, segundo a empresa, para a convergência fixo/móvel. Segundo o presidente da firma no Brasil, Paulo Henrique Souza, o IMS permite que as operadoras aproveitem os investimentos feitos em sistemas legados de voz, enquanto implementam novos serviços IP.

Com um faturamento global em torno de US$ 550 milhões, a Tekelec tem cerca de 1600 funcionários, sendo que 60% da receita da empresa é da América do Norte. No Brasil, a empresa tem forte presença no mercado de sinalização, com 70% do market share, segundo Souza. Entre os clientes no país (para este e outros serviços) estão Amazônia Celular, Claro, Nextel, Telemig Celular e Tim. Além de uma operadora fixa, cujo nome a firma mantém em segredo.

A apresentação da Tekelec contou com a presença do consultor Ronald Gruia, da Frost & Sullivan, que falou sobre prós e contras do IMS.  Gruia indicou as reduções de CAPEX e OPEX como vantagens da rede. Destacou também a redução do risco em implementação de novos serviços, devido à agilidade da própria implemetação, de três a cinco meses, contra os dois anos usuais.  Outro ponto é a capacidade de interação multimídia, seja com telefone IP, comum, móvel e computadores.

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Gruia citou como desvantagens a necessidade de uma convergência “organizacional” dentro das empresas entre os setores fixo e móvel (o que nem sempre ocorre de forma natural, pois pode haver disputa entre as partes) e o fato de algumas operadoras ainda acharem o modelo de negócios do IMS algo incerto.  “O IMS ainda está nos 15  minutos do primeiro tempo”, concluiu Gruia, com uma metáfora futebolística. (João Luiz Marcondes)

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