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venda da Oi móvel


Nome da empresa ainda corre em sigilo no órgão antitruste, mas já se fala na KPMG

Reunião de venda da Oi móvel continua em questionamento. Crédito: Freepik

As reuniões ocorreram em janeiro e a Copel Telecom, atual Liga Telecom, questionou a sua legalidade. Participam do debate a Orbcomm, empresa de satélite, que apoia o argumento da Copel; e Claro, TIM, Telefônica, Starlink e Swan, contrárias à anulação.

Fachada do prédio do Cade, no Rio de Janeiro.

Algar e TelComp reclamam das divergências entre o que foi aprovado com a versão publicada do Acordo de Controle de Concentração, que não contemplou as obrigações aprovadas para antes do fechamento da operação

Crédito: Renata Mello

Cade publicou, nesta segunda-feira, os remédios que serão adotados pela TIM, Telefônica e Claro para preservar a concorrência no mercado de SMP, após a assinatura do contrato de compra

Cade abre novo processo sobre venda da Oi Móvel

A denúncia do Ministério Público Federal é de que as três compradoras da Oi Móvel teriam se organizado em consórcio e praticado o gun jumping, por não informar à autarquia. As empresas negam.

Argumentos do Cade para liberar venda Oi MóvelCrédito: Freepik

Entre os argumentos, estão o fato de que sem a venda, a Oi iria a falência, trazendo consequências “desastrosas” para o mercado de telecom, com impactos no PIB, no emprego e em 50 milhões de clientes.

O acórdão explicita que Claro, TIM e Vivo terão que oferecer 15% do espectro para novos players, através de ofertas de roaming nacional e MVNO (operadora móvel virtual) a preços de custo.

Fachada do prédio do Cade, no Rio de Janeiro.

Cade aprova a venda da Oi Móvel com o voto qualificado do presidente, Alexandre de Macedo, desempatando a votação.

O relator Luiz Braido votou contra a operação e foi acompanhado por Paula Farani, e Sérgio Ravagani. O negócio deverá ser decidido pelo voto minerva do presidente. Lenisa Prado vota a favor.

Crédito: Renata Mello

O placar de 5 a 1 terá o voto contrário do relator do processo, Luis Braido. Os demais dirigentes do Cade foram convencidos pela Anatel de que se a Oi falir, o risco seria de toda a rede de telecom