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Com a constatação de que o usuário teria que digitar entre 8 a 14 números antes de cada chamada, as operadoras estão atrás de outra solução para substituir o cartão indutivo.

Grupo América Móvil quer manter a escolha da prestadora e TIM não quer agregação.

As concessionárias de telefonia fixa – Telefônica Vivo, Oi, Embratel-Claro, Sercomtel e Algar Telecom – apresentaram hoje a proposta de substituição do atual cartão indutivo do orelhão pelo sistema de cartão de chamada. Segundo a Telefônica, com a adoção do calling card, a tarifa local do orelhão poderá cair até 48%.

A Anatel baixou hoje uma cautelar, assinada pelo superintendente de Controle de Obrigações, Roberto Pinto Martins, com uma nova intervenção para a Oi melhorar a qualidade de sua rede de orelhões. Conforme a decisão, a concessionária terá o prazo de até 31 de março deste ano para fazer com que 90% dos seus TUPs (Telefones de Uso Público) do país estejam funcionando. Nas cidades onde só existe esta opção, a taxa de funcionamento deve aumentar para 95%.

A Anatel lançou consulta pública e vai realizar audiência pública em Brasília no próximo dia 11,quarta-feira, sobre a proposta de Substituição do Meio de Pagamento Básico dos Telefones de Uso Público (TUP) apresentadas pelas concessionárias do STFC”. Um nome longo para uma única pergunta: o que deve substituir o cartão indutivo hoje usado? Na verdade, se alguém pensava que poderia haver inúmeras opões para o pagamento das ligações feitas pelos TUPs (Terminal de Uso Público), com ficha, cartão de crédito (opção inviável, por ser ser caríssima a mídia), ou mesmo o retorno das moedas. Bem, não é isso que está na mesa. As cinco concessionárias (Oi, Telefônica Vivo, Embratel, Sercomtel e Algar Telecom) apresentaram como proposta para substituir os cartões indutivos pelo calling card. Ou o cartão virtual.

Os orelhões brasileiros estão definhando. E a proposta da Anatel é diminuir o seu número – para transferir esses recursos para outras metas de universalização- na próxima revisão dos contratos de concessão, que se inicia em 2016. Em audiência pública realizada hoje, a redução da planta dos TUPs (Telefones de Uso Público) proposta pela Anatel foi um dos temas mais debatidos. Será feita uma redução de 60,4% da planta de orelhões brasileiros, com a redistribuição do aparelhos.

Queda na procura e no faturamento dos TUPs se deve a negligência da agência reguladora, que deveria propor novos usos para aparelhos, como oferta de conexões WiFi, diz coordenadora da associação.