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Companhia vai emitir 750 milhões de euros em títulos que serão pagos com ações da operadora italiana até 2017.

“Vender, para todo mundo, é sempre uma opção, isso depende do preço”, disse o executivo ao jornal em uma entrevista publicada nesta quarta-feira. “Para nós TIM é fonte de um terço de nossas receitas, é estratégica”, afirmou presidente do Conselho.

Esta é avaliação de analistas que acompanham o mercado europeu de telecom. Para eles, a Telefónica deve concentrar seu foco na Alemanha. Além, obviamente, da Espanha.

Negócio cria maior operador independente de redes digitais de radiodifusão da Itália.

O conselho de administração da Telco – holding que controla a Telecom Italia, decidiu ontem dissolver a empresa, criada em 2007 pela espanhola Telefónica e os bancos e seguradora italianos Intesa Sanpaolo, Mediobanca e Generali. Conforme o comunicado da empresa, a decisão “foi aprovada por unanimidade” e será submetida à aprovação da assembleia geral marcada para 9 de julho. Depois de referendada pela assembleia, os controladores precisam ainda da aprovação da operação pelas agências reguladoras da Itália, Argentina e do Brasil – Cade (agência antitruste) e Anatel.

A decisão não é oficial e o novo corte proposto está sujeito a um período de 30 dias de consultas

A decisão órgão antitruste tratou apenas da multa aplicada contra a Telefônica, mas o mercado entendeu que poderia abrir a porta para mudanças no mercado de telefonia móvel brasileiro.

O presidente da Telecom Italia, Marcos Patuano,  defendeu nesta quarta-feira (28) que o governo adote um projeto prático para limpeza da faixa de 700 MHz e de gerenciamento da interferência, sem que acarrete custos excessivos para as operadoras. Segundo ele, que se encontrou com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. “Depois de fazer o lançamento …

O mercado especula há algum tempo que a Telco, holding que controla a operadora italiana, e tem a Telefónica como principal acionista, pode se desfazer devido às restrições regulatórias brasileiras.

A Telecom Italia emitiu bonds de 10 anos e captou US$ 1,5 bilhão. Os papeis foram oferecidos a investidores institucionais, e consequiram taxas melhores ao mercado europeu. A operadora italiana, dona da TIM Brasil, voltou a captar no mercado  norte-americano, depois de uma ausência de cinco anos.