
Mais entidades do audiovisual rechaçam suspensão da Condecine
Grupos alegam que sem a contribuição o setor corre risco de quebrar, além de criar um vácuo na formação profissional e na preservação de acervos.

Grupos alegam que sem a contribuição o setor corre risco de quebrar, além de criar um vácuo na formação profissional e na preservação de acervos.

Em 2013, juíza Maria Cecília da Rocha, negava liminar à Algar Telecom, por entender que não apenas a TV paga, mas todos os serviços de telecom podem carregar vídeo, e por isso, a Condecine poderia recair sobre todas as teles.

Aumento de tributos já impacta a capacidade de investimento das operadoras, diz o SindiTelebrasil

O governo decidiu acionar o Procurador Geral da República para conduzir o recurso contra liminar obtida pelo SindiTelebrasil pelo não recolhimento, no próximo dia 31 de março da taxa "Condecine das teles", principal fonte de custeio da produção audiovisual brasileira. "O incômodo do governo federal a essa ação do SindiTelebrasil é generalizado", afirmou o presidente da Ancine, Manoel Rangel, apontando que essa ação poderá gerar uma crise generalizada no setor de comunicação e de telecomunicações como um todo.

De acordo que as associações, a suspensão do pagamento do Condecine pode levar à falência empresas que atuam no setor audiovisual. Entidades pedem diálogo.

Entidade afirma que empresas vêm adotando políticas para melhorar relacionamento com os clientes e ressalta índice de solução de problemas, o mais alto dentre todos os setores analisados no estudo do Ministério da Justiça.
O setor é contra a separação estrutural de concessionárias e autorizadas em empresas que ofereçam apenas o acesso e outras que ofertem apenas o transporte metropolitano, regional e nacional