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recuperação judicial da Oi


Além disso, Oi poderá lançar mão de empréstimo intercompany para antecipar R$ 1,5 bi em créditos para expansão da rede óptica, enquanto o negócio não for selado.

Presidente da Oi, Rodrigo Abreu prevê que leilão, homologação judicial e processo de análise regulatória vão ocupar o segundo semestre deste ano. E diz confiar no aval de Anatel, por entender que a venda preserva a estratégia de migração da concessão para autorização.

Acordo traz cláusula de não competição no atacado. Oi vai se concentrar no varejo e corporativo, recorrendo à infraestrutura da Infraco, da qual será minoritária. Acordo prevê realização de abertura de capital da nova empresa nos próximos anos.

A Oi e o BTG divulgaram hoje, dia 6, comunicado ao mercado informando que o acordo de exclusividade para que seja fechada a venda do controle da InfraCo – a empresa de rede de fibra óptica da concessionária – será prorrogado até o dia 09 de abril, às 10 horas. Conforme o último comunicado, a efetivação do acordo teria que ter sido firmada ontem, dia 05 de abril, o que não  ocorreu. 

 

A empresa depositou R$ 861,75 milhões pela compra das torres da Oi. A venda da infraestrutura foi concretizada em novembro do ano passado, por R$ 1,06 bilhão. A Highline tem interesse no leilão do 5G e em fazer parcerias com os ISPs.

Operadora afirma que o ingresso de recursos contribuirão para o incremento do caixa da empresa com a venda das ações em país africano afetado pela pandemia e em forte crise econômica por depender do turismo

A operadora informa que, apesar de um imóvel ter a sua autorização para a alienação na RJ, pode necessitar da anuência da Anatel para ser efetivamente alienado.

Os colaboradores que aderirem terão direito a indenização relativa ao tempo de empresa, extensão de benefícios como plano de saúde, plano odontológico e seguro de vida.

A operadora lembra que a Anatel foi um dos credores que teve corte substancial dos créditos

Posicionamento vai de encontro às manifestações dos bancos do Brasil, Caixa, China Bank, Santander e Itaú, que defendem a anulação da assembleia geral de credores realizada em 8 de setembro, na qual foi aprovada proposta de aditamento ao PRJ