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Loja da Oi - Crédito: Divulgação

Decisão da Superintendência-Geral, no entanto, não é definitiva. Caso será julgado pelo tribunal do órgão antitruste, que pode acatar ou não acordo de controle de concentrações proposto pela área técnica

Claro pagará à Vivo para utilizar 81 de suas estações radiobase 3G Brasil afora e parte do espectro dedicado à tecnologia

Conselheira Paula de Azevedo propõe, no entanto, que o Cade faça um estudo aprofundado sobre RAN Sharing, seu impacto na competição no segmento móvel, riscos de coordenação entre os envolvidos e de redução dos investimentos pelas operadoras em função de tais contratos.

Projeto prevê que a Claro vai utilizar pelo menos 81 estações da Vivo, além do espectro nos mesmos locais. Algar diz que parceria reduz a competição, facilita a troca de informações entre as empresas e o “exercício de poder coordenado”. Nem Claro, nem Vivo, se manifestaram.

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A ampliação de cobertura nas localidades a serem atendidas pode gerar benefícios de qualidade a seus usuários, algum incremento de competitividade e consequente ampliação de rivalidade, afirma o órgão antitruste, que aprova a operação sem restrições

Desligamento do 2G acontece em massa a partir do 3º trimestre. Cobertura conjunta em 4G vai abranger 730 cidades até o final de junho.

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Medida é parte do projeto de compartilhamento de rede firmado com a Vivo ainda em 2019. Empresa diz que nada muda para os usuários 2G.

A operadora mineira sustenta que contratos desse tipo, principalmente quando firmados entre grandes operadoras, minimizam a quantidade de infraestrutura ociosa que poderia ser disponibilizada para os pequenos provedores

Operadora mineira pede à autarquia investigar0 a operação. Claro e Vivo informaram o órgão no final de dezembro sobre projeto de compartilhamento de estações e espectro em cidades pequenas.

O principal problema na oferta de compra de Claro, TIM e Vivo é o limite de frequências que cada empresa pode deter. E, quanto à Highline, seria o ineditismo de uma rede móvel neutra. No primeiro caso, o “remédio” já está configurado em regulamento. No segundo, para conceder a anuência prévia, a Anatel só analisa questão societária e não o modelo de negócios, assinalam fontes da agência.