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Rudinei Carlos Gerhart - CEO da APP do Brasil | Credito: Divulgação

Os operadores regionais já assumiram compromisso, inclusive com aporte de recursos, para a realização dos estudos econômicos, jurídicos e regulatórios para a formação de consórcios para disputar as licenças regionais de 3,5 GHz no leilão da Anatel.

Provedora de internet já está presente em 10 municípios do interior de São Paulo

Leonardo Euler de Morais afirma que o edital da 5G não pode se submeter a qualquer movimento de fusão ou aquisição do mercado e que ainda considera factível lançá-lo em dezembro deste ano. Disse estar bem otimista com a inclusão de mais 100 MHz na faixa de 3,5 GHz para o leilão.

O processo de consolidação de empresas começa a mudar o cenário do mercado de provedores regionais de internet. O maior provedor em número de acessos ainda é uma empresa isolada, a Brisanet, do Ceará, mas depois dela vêm dois grupos, o Acon, com seis provedores, e o Vero, resultado da compra de oito provedores.

Micro, pequenos e médios ISPs, com pelo menos um e até 200 mil acessos de banda larga em serviço somam 5.306 empresas no país. Desse universo, mais de 47% oferecem acesso a internet com mais de 34 Mbps.

A Anatel autorizou que a Mobi SPE utilize a frequência comprada pela Atua Net sob a forma de exploração industrial porque trata-se do mesmo grupo econômico, mas determinou que se o contrato acabar, as empresas deverão ter suas próprias redes.

O CEO da Claro Brasil, José Félix, acredita que a assimetria regulatória setorial, para estimular o surgimento das pequenas empresas de acesso à internet por banda larga, acabou criando dois tipos de consumidores- aqueles das grandes cidades, que podem escolher entre diferentes ofertas, mas que têm inúmeras proteções, e aquele das cidades pequenas, que só têm uma oferta, e mesmo assim não têm qualquer proteção de atendimento ou de qualidade.

A pequena operadora de telecomunicações tem regras mais vantajosas para si, uma maneira de estimular a competição. Mas a Anatel criou diferentes conceitos para definir essa empresa.

As cerca de 90 empresas que receberam a outorga da Anatel para a frequência de 2,5 GHz, no leilão que ocorreu em dezembro de 2015, precisam entrar em operação em 18 meses, o que não ocorreu. Vitor Menezes, da agência, afirma que, aquelas que pediram prorrogação do prazo deverão ganhá-lo, mas quem não o fez, perderá a frequência. Já há outras 200 empresas que esperam uma resposta do regulador, o que deverá ocorrer esta semana, para o problema da documentação insanável.

Durante seminário, entidade anunciou que está prestes a ser criado o Comitê das Prestadoras de Pequeno Porte e que vai fazer o leilão de frequências “das sobras das sobras”.