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A campanha faz parte do acordo firmado pelas empresas com o governo para ampliar a informação sobre o consumo de dados no celular.

Algar, Claro, Oi, TIM, Vivo e Sercomtel assinaram hoje,23, com os ministérios das Comunicações e da Justiça um compromisso público para melhor explicar o consumo de dados no celular. As empresas, em 30 dias, irão criar um código de conduta para a comunicação da oferta de internet além de oferecer aos seus clientes apps para permitir o acompanhamento individualizado do consumo de dados. Irão ainda, no prazo de 60 dias, fazer uma campanha educativa e de informação. Tudo isto porque as empresas acabaram com o acesso à internet após a franquia, o que provocou ações na justiça por parte dos Procons. Para as operadoras, contudo, não há ilegalidade nesta medida.

Uma comissão coordenada pelo Ministério das Comunicações, com participação do Ministério da Justiça, da Anatel e das operadoras de celular deverá apontar na próxima semana as medidas a serem tomadas para diminuir as reclamações dos consumidores quanto ao corte do acesso à comunicação de dados após a franquia do celular.

O ministro das Comunicações Paulo Bernardo, afirmou hoje, que as operadoras de telecomunicações fecharão o ano investindo R$ 30 bilhões, sem contar com os R$ 5 bilhões pagos hoje pela frequência de 4G.

Fontes de três operadoras de celular confirmaram hoje ao Tele.Síntese que vão procurar a justiça contra o valor maior que receberam da Anatel pelo que deveriam pagar pela faixa de 700 MHz, cuja assinatura do contrato foi marcada pela agência para o próximo dia 5 de dezembro. E, ao contrário do que informa hoje o jornal Folha de S. Paulo, o governo vai arrecadar este ano o principal de R$ 4,9 bilhões do leilão, porque as operadoras não têm a intenção de não pagar o que ofereceram na disputa, só questionam o valor a mais de R$ 186 milhões que a agência está cobrando.

Na França, a incumbente Orange teria contratado dois bancos de investimentos para analisarem as vantagens e riscos para a compra de sua rival Bouygues. E na Itália a segunda e terceira colocadas – 3 Italia e Wind- estariam em negociações