
TIM tem interesse em frequências e backhaul da Oi
Pietro Labriola diz que é sua obrigação, como executivo de empresa negociada em bolsa, ficar atento à oferta desses ativos e insumos no mercado

Pietro Labriola diz que é sua obrigação, como executivo de empresa negociada em bolsa, ficar atento à oferta desses ativos e insumos no mercado

Nos 10 primeiros meses de 2019 já foram batidos os recordes de pedidos de portabilidade numérica e de portabilidade efetivada registrados ano passado. No celular, há crescimento da disputa por clientes, com aumento de mais 12,5% nas migrações realizadas.

Pequenos e entrantes poderão adquirir espectro em 3,5 GHz através de disputa conhecida como "beauty contest", em que a promessa de mais obrigações entregues leva as frequências. As grandes que já operam serviço móvel no Brasil serão obrigadas a disputar lances por preço, construir redes de transporte de alta capacidade e resolver a interferência sobre a TVRO.

Claro e Sky também recorrem à plataforma digital para reaver dívidas de usuários.

Camille Loyo Faria vem do Bank of America, contratado no começo do ano pela Oi para operacionalizar a venda de ativos. Lá, a executiva comandava área responsável por telecomunicações.

Operadora vai emitir dívida garantida para reforçar o caixa, mas diz que ainda não definiu o cronograma de venda dos títulos nem a modelagem da oferta.

Daniel Hajj, CEO da América Móvil, dona da Claro Brasil, diz que está aberto a negociações sobre compra de ativos da Oi no mercado brasileiro. Também avisou que a operadora não vai se desfazer de torres ou data centers, como têm feito as rivais mundo afora.
Enel vai desmantelar fiações clandestinas, de empresas que não tenham fechado contrato com a distribuidora de energia.

Operadora lançou ultra banda larga em Feira de Santana (BA), Jequie (BA), Ji-Paraná (RO) e Vitória da Conquista (BA), alcançando 76 municípios com fibra na última milha.

A Oi registrou 11,6 milhões de conexões em sua rede WiFi no festival

O jornal espanhol Expansión diz que negociações estão acontecendo entre os executivos das controladoras das operadoras brasileiras Vivo, Claro e TIM. Jogada seria estratégica para obter frequências, torres, lojas, ao mesmo tempo em que reduziria a competição.

Fabricante anunciou também parceria com Organização dos Estados Americanos para formação de capital humano em cibersegurança. Brasil será signatário da iniciativa.

Companhia chega a 35 municípios com a tecnologia

Rodrigo Abreu diz que o segmento móvel gera valor para a companhia: "protegeremos essa capacidade para que possam ser tomadas as melhores decisões de evolução futura".

Para Eurico Teles e Rodrigo Abreu, respectivamente presidente e COO da Oi, plano estratégico apresentado em julho coloca a operadora nos trilhos para retomar o crescimento. Nesta entrevista, os executivos reafirmam a importância do segmento móvel, os prazos de venda de ativos não estratégicos, apontam para participação no próximo leilão de espectro e manutenção do capex em R$ 7 bilhões também em 2020.

Segundo Rodrigo Abreu, empresa vai superar meta do plano estratégico e fechar o ano com 5 milhões de domicílios aptos a assinar banda larga por fibra óptica da companhia. Eurico Teles conta que a Oi deve partir para a compra dos 700 MHz e outras frequências.

Retração no mês foi de 0,8%. Evasão de clientes se deu nas áreas de concessão.

Quantidade de acessos em 4G e no M2M não param de crescer. Dentre as grandes operadoras, a Claro foi a que mais atraiu novos usuários. A Vivo, a que mais perdeu.

Houve expansão na base de usuários da tecnologia FTTH, mas retração no DTH e no cabo. Norte foi proporcionalmente a região com maior encolhimento médio.

Mercado nacional de banda larga fixa tem pequena retração em agosto. Em 12 meses, expansão foi de 5,57%, com acréscimo de 1,7 milhão de novos usuários à base.