Notícias com o tag

mercado de telecom


A Anatel está acelerando os procedimentos para convocar as concessionárias de telefonia fixa a assinarem a renovação dos contratos de concessão, que terão validade até o ano de 2020. Depois que tomou a decisão de que não vai mais adiar a assinatura desses contratos (que teriam que ser assinados no final de 2015, para começar a valer em 2016) porque as mudanças regulatórias e legais que deveriam respaldar um novo contrato não aconteceram, o conselho diretor deve publicar nesta quinta-feira, no Diário Oficial, o Plano Geral de Metas de Universalização IV, aprovado em dezembro do ano passado, e até hoje ainda não confirmado.

Com a estimativa de que haverá 100 bilhões de conexões, a fabricante estima ainda que o vídeo se tornará o serviço básico.

O presidente da Oi afirma que, até o final de março, a nova proposta “com eventuais correções à oferta apresentada em setembro do ano passado” será conhecida.

O conselho de administração da holding aprovou hoje, 19, os investimentos de R$ 14 bilhões para o Brasil para o período de três anos e de 10 bilhões de euros para a Italia. No mercado doméstico a empresa projeta queda de receitas este ano, e aqui, menor crescimento, devido a migração do serviço de voz e SMS e queda na VU-M.

Com a colaboração de Miriam Aquino

Aprovada a venda da operadora Portugal Telecom pela assembleia da PT SGPS, o próximo movimento da Oi envolve a consolidação do mercado de telecom no Brasil. De acordo com analistas, há duas possibilidades na mesa. A compra de uma fatia da Telecom Italia pela CorpCo (a nova Oi) e a incorporação da Oi pela TIM, e o fatiamento da TIM em três partes a serem adquiridas pela Claro, Telefônica e Oi, com devolução das frequências onde houver sobreposição.

Advogado retruca informações de superintendente da Anatel de que haveria problemas regulatórios com fusão de operadoras de celular seja TIM e OI, seja TIM e outras empresas. E cita o exemplo da Nextel, que se firmou no mercado brasileiro comprando empresas e frequências, com autorização da agência.

Mas lembrou que a operadora do grupo Vivendi é autorizada e não detém frequências. O presidente da Anatel disse que não há nada de concreto para ser analisado.