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leilão da Anatel


Anatel vai debater um “glide path”, ou uma trajetória, para a implementação da 5G pura

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A faixa mais importante da 5G terá 4 licenças nacionais com 80 MHz e uma regional com 8 blocos de 20 MHz. Na segunda rodada, todas as faixas de 3,5 GHz serão divididas em 20 MHz.

A Anatel anuncia que venderá capacidades nas frequências de 700 MHz (20 Mhz); 2,3 GHz (90 MHz); 3,5 (400 MH); 26 GHz (3.200), somando um total de 3.710 MHz. O presidente Leonardo de Morais pediu vistas, prometendo trazer o seu voto em 24 de fevereiro.

A área técnica da agência ponderou que essa meta não é razoável e pode gerar até mesmo desestímulo para a participação no leilão.

Os 20 MHz que não foram vendidos em 2014 serão colocados à venda inicialmente apenas para quem não tem o espectro de 700 MHz. O que significa que somente Oi, Sercomtel e novo entrante poderá comprá-los na primeira rodada.

Conforme a versão da nova proposta de edital, as operadoras seriam obrigadas a instalar erbs (estações de comunicação) conforme o “release 16 do 3GPP”. Trocando em miúdos, não poderiam decidir por onde começar a oferecer o serviço, mas teriam que adotar nova rede de 5G. A Anatel, por sua vez, justifica essa proposta como uma forma de manter simétrica a competição entre os agentes.

Com a pressão do governo para antecipar o leilão da 5G para a atração de novos investimentos, o conselho da Anatel tenta “amarrar” um consenso sobre a proposta. Mas já há a convicção de que serão leiloados 400 MHz da faixa de 3,5 GHz, o que inclui a frequência da TV aberta via satélite.

Para o CEO da TIM, Pietro Labriola, as operadoras de celular irão viabilizar com suas redes 5G as inovações de outros segmentos econômicos

O conselho diretor da Anatel decidiu hoje, 10, em reunião extraordinária, rejeitar os recursos da Algar Telecom, Claro, TIM e Vivo e manter integralmente o ato em que estabeleceu as condições para a prorrogação das licenças das faixas de 850 MHz ( bandas A e B)

O presidente da Oi, Rodrigo Abreu, afirmou, durante a conferência com analistas, que considera participar do leilão da Anatel e adquirir licenças de 3,5 GHz para atender áreas onde a implantação da tecnologia sem fio de banda larga, a FWA, é mais efetiva.

Segundo o professor Raúl Katz, se não for alocado mais espectro não licenciado no Brasil, em 10 anos pelo menos metade dos acessos banda larga acima de 150 Mbps ficarão congestionados.