Notícias com o tag

leilão da Anatel


O presidente da Oi, Rodrigo Abreu, afirmou, durante a conferência com analistas, que considera participar do leilão da Anatel e adquirir licenças de 3,5 GHz para atender áreas onde a implantação da tecnologia sem fio de banda larga, a FWA, é mais efetiva.

Segundo o professor Raúl Katz, se não for alocado mais espectro não licenciado no Brasil, em 10 anos pelo menos metade dos acessos banda larga acima de 150 Mbps ficarão congestionados.

O programa de debêntures incentivadas, relançado em setembro deste ano pelo Minicom, permite a aquisição de outorgas e mesmo o reembolso do capital investido em 24 meses.

“As teles têm técnica, radiofrequências, infraestrutura de acesso capazes de atender as necessidades da indústria”, diz diretora.

A Anatel poderá destinar 100 MHz da faixa entre 3,7 a 3,8 GHz para que as diferentes verticais da indústria possam construir suas próprias redes de 5G com a licença de SLP (Serviços Limitados Privados). Segundo o gerente de espectro, Agostinho Linhares, essa faixa não entrará no leilão da 5G.

Segundo Fábio Alencar, da Abrasat, os serviços profissionais de TV e corporativos vão continuar usando a banda C por pelo menos mais 20 anos.

A consultoria Roland Berger, contratada pelo SindiSat, chegou ao valor mínimo de R$ 745,2 milhões que as operadoras de celular deveriam para as operadoras de satélite deixarem os 75 MHz da banda C estendida. Desse montante, só para instalar os filtros nessas 32,7 mil estações profissionais, o preço é de quase R$ 400 milhões.

O conselho diretor da Anatel aprovou por 3 votos a 2 a renovação das frequências de 850 MHz, bandas A e B, pelo cálculo do Valor Presente Líquido ou pelo valor econômico real dessas frequências. As operadoras pediram ontem, 28, à agência para que o valor dessa prorrogação fosse menor, mas a reivindicação não foi acatada.

Segundo Martha Seiller, o governo que ampliar a privatização nos demais setores da economia, porque o governo não consegue aumentar gasto público sem aumentar carga tributária.

Para a entidade que representa as operadoras de satélite somente com a proteção dentro da frequência de 3,5 GHz é que esses serviços estarão protegidos de interferência. Já para a Abrint, essa proteção iria “desperdiçar” espectro de forma conservadora.