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José Félix


O grupo acha que o projeto libera as teles para criar serviços de internet sem precisar criar uma empresa independente, como é hoje.

O presidente da América Móvil no Brasil acha que o ativo mais importante da Oi é a sua operadora de telefonia móvel.

José Félix aponta que as cidades escolhidas pela Telefônica para fazer sua rede de fibra óptica com os recursos das multas (portanto recursos que seriam da União) contam com a presença de todas as grandes operadoras e com mais de 600 provedores locais.

A Claro Brasil, dona de NET, Embratel e Claro está testando diferentes modelos de negócio e de construção de redes para levar a banda larga fixa a cidades menores. O presidente do grupo, José Felix, em entrevista ao Tele.Síntese, afirma que é preciso encontrar alternativas para a expansão da oferta de banda larga para cidades com poucos habitantes, pois, no modelo tradicional, a conta não fecha.

O presidente do grupo América Móvil voltou a negar interesse de compra na Oi, e em um recado subliminar ao governo, disse acreditar em uma solução negociada.

O presidente do grupo América Móvil, José Antonio Félix, acha que a TV paga ainda tem um certo tempo antes de bater de frente com a competição do vídeo via streaming (como o Netflix), por exemplo. E ele acredita que o setor de telecom é que vai acabar ganhando a corrida pela inovação frente o mundo da internet. No front brasileiro, ele entende que o próprio mercado vai querer acabar com a atual divisão entre distribuidor e produtos de conteúdo audiovisual

O presidente do grupo América Móvil no Brasil, José Félix, é muito pouco afeto a debater em público questões vinculadas à regulação setorial. Em entrevista ao Tele.Síntese, porém, ele fala sobre o PLC 79 projeto que, para ele, é fundamental que preserve o princípio da renovação do espectro, sob risco de poder provocar um caos no serviço. O executivo fala também dos planos da empresa para este ano, e já se prepara para outra polêmica: acha que a separação entre distribuição e produção de conteúdo prevista na lei do SeAC não sobrevive por muito tempo no Brasil.

Rumores dão como certo o retorno do ex-diretor geral da Vivo para a concorrente Claro, quando acabar sua quarentena, em abril ou maio deste ano.

Quanto será a conta da troca da concessão para a autorização e para onde serão canalizados os investimentos, ainda não estão bem definidos para a empresa.

Segundo Félix, até 2019 a operadora estará com 4G em mais de 4 mil cidades brasileiras. Ele disse ainda que virá um novo CEO para cuidar exclusivamente da Claro e que não vê o vídeo on demand como competidor da TV paga. Mas avisa que a NET também está preparada a ser 100% OTT, se o mercado demandar.