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IMT


Crédito: divulgação

Segundo relatório publicado pela 5G Americas, maioria dos países da região não tem um cronograma para atribuir as bandas milimétricas. Casos mais avançados são aqueles em que o espectro já foi cedido ou o uso de licenças pré-existentes já foi autorizado, como no Brasil

Para a fabricante sueca, a decisão de destinar toda a faixa de 6GHz para o serviço não licenciado este ano pode comprometer uma opção futura de usar parte desse espectro para os serviços móveis.

Neko desiste da faixa de 26 GHz. Crédito: Freepik

A frequência foi harmonizada com o restante do mundo para receber as tecnologias 4g e 5G do celular. Mas também o serviço privado terá 30 MHz reservados para si

Novas aplicações, novos modelos de negócios, novas atividades de entretenimento e muito compartilhamento de espectro, é o que vem por aí.

Entre as propostas apresentadas pelo Brasil, e que contaram com o apoio dos demais países do globo está a identificação da banda L – que vai de 1427 a 1518 MHz – para o IMT, ou seja, para a tecnologia de telefonia celular. Apesar da forte pressão dos Estados Unidos, México, Canadá e Colômbia, que queriam a imediata identificação da faixa de 600 MHz (a parte mais baixa da faixa de UHF) também para a telefonia celular Brasil, África e Ásia conseguiram pelo menos adiar essa decisão.