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Agência rebate notícia de que haveria erro de cálculo nos preços do leilão 5G e ressalta que a metodologia utilizada emprega recomendações do TCU e melhores práticas internacionais. Diz, também, que o risco de supervalorização do edital pode atrasar investimentos no país.

O conselheiro Carlos Baigorri assinalou que depois de aprovado em definitivo, o edital precisará ficar disponível para a análise dos interessados por um período de 30 a 45 dias, mas a peça pode ser aprovada em circuito deliberativo.

O ministro Fábio Faria anunciou hoje, 14, que o TCU julgará as regras do leilão no dia 18 de agosto às 10 horas, e que a Anatel libera o edital sete dias depois que recebê-lo do Tribunal. E ,por isso, não haverá atraso no ingresso da 5G no país. Segundo Faria, no final deste ano algumas operadoras já estarão ofertando o 5G puro.

Uma das consultas estabelece regras para convivência entre estações 5G de 3,5 GHz e serviços adjacentes acima de 3,7 GHz. A outra se refere à adoção da faixa de 3,7 a 3,8 GHz para uso secundário

A Conexis e as operadoras de celular mantêm a defesa da proposta híbrida, na qual o processo de limpeza seria iniciado com a instalação de filtros nas antenas parabólicas para que os custos sejam menores e o ingresso da tecnologia 5G mais rápido.

A operadora alega que as especificações técnicas propostas pela Anatel vão encarecer os equipamentos e, no final, o preço para os usuários. Abinee, Ericsson e Nokia também pedem a manutenção dos padrões internacionais

A faixa de 3,5 GHz foi vendida em lotes de 10 MHz. A licitação começou em julho e foi concluída após 76 rodadas. A agência norte-americana ainda não divulgou a lista dos vencedores.

Segundo o CEO, Rodrigo Abreu, pode ser interessante para a nova empresa adquirir faixa de 3,5 GHz para oferecer o serviço de FWA – ou banda larga fixa sem-fio.

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.