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Frequência de 600 MHz é importante para cobrir a zona rural e melhorar o sinal indoor do 5G nas cidades, diz a GSMA.

Vinicius Caram posa à frente de parede de madeira com o logo da Anatel ao fundo

Anatel quer incentivar empresas pequenas e grandes operadoras a firmarem acordos para ocupação de faixas subutilizadas no país. Caram, superintendente de outorgas, lembra que há ainda espectro que sobrou de licitações passadas disponível para uso, e muitas faixas para redes privativas.

Anatel quer mais frequência para o 5G.Crédito: Freepik

O conselho diretor aprovou hoje consulta pública, com prazo de 45 dias para as contribuições do mercado.

Fábrica da OneWeb, na Flórida - crédito: divulgação

Na consulta do PGMC, empresa diz que marcos regulatórios devem viabilizar a coexistência entre sistemas satelitais com sistemas terrestres e reservar frequências altas para as comunicações baseadas em soluções espaciais

Presidente da agência de telecomunicações dos EUA, Jéssica Rosenworcel, defendeu no MWC 22 que o espectro entre 7 GHz e 15 GHz vá para o 6G, e que os trabalhos de harmonização comecem logo. No Brasil, faixa será destino dos canais de TVRO, utilizada por radioamadores, aviões e navios.

A indústria de celular quer reabrir o debate sobre a faixa de 6 GHz

A indústria de celular tenta reverter a decisão da Anatel, que destinou 1,2 GHz para o serviço não licenciado WiFi6E. Entre os argumentos, está a o volume de recursos que poderiam ser arrecadados com novo leilão.

GSMA calcula os bilhões gerados pelo 5G em banda média. Crédito: Freepick-

Estudo também alerta para o potencial impacto econômico negativo da disponibilidade insuficiente de espectro. Se isso acontecer, o PIB mundial pode deixar de crescer até US$ 360 bilhões

O acórdão explicita que Claro, TIM e Vivo terão que oferecer 15% do espectro para novos players, através de ofertas de roaming nacional e MVNO (operadora móvel virtual) a preços de custo.

Anatel quer mais frequência para o 5G.Crédito: Freepik

Sociedade poderá enviar contribuições à consulta por 45 dias e dizer como empresas, entidades e pessoas físicas devem receber multas pelo uso irregular do espectro

Algar Telecom instalou a nova tecnologia na faixa de 2,3 GHz em bairros de Uberlândia, Uberaba e Franca

A avaliação é do superintendente Vinícius Caram, que já analisa novas frequências para o serviço

Cristiane Sanches, conselheira da Abrint - Crédito: TV.Síntese

Para Cristiane Sanches, conselheira da Abrint, ISPs começarão a usar o mercado secundário de espectro apenas a partir de 2023, depois de aprovado o novo regulamento da Anatel sobre o tema

Presidente da Comissão que organiza a licitação da Anatel ressalta que dos 15 interessados em participar do leilão, apenas cinco já operam no mercado móvel.

Emmanoel Campelo, conselheiro da Anatel - Crédito: TV.Síntese

Presentes ao Inovatic, Emmanoel Campelo, vice-presidente da Anatel, e Cristiane Sanches, da Abrint, disseram que o número de interessados nesta fase do leilão 5G demonstra a relevância da disponibilidade do espectro para a ampliação da conectividade no país

Anatel sugere condicionantes para a venda da Oi mõvel. Crédito- Freepik

A antecipação do serviço celular em localidades e polígonos de cidades não irá depender da limpeza completa da faixa de 3,5 GHz para os sinais de TV ou de satélite, responde a comissão de licitação.

GSMA calcula os bilhões gerados pelo 5G em banda média. Crédito: Freepick-

Proposta apresentada por Emmanoel Campelo, e que vai a consulta pública, transfere rede móvel de Exército e polícias para a faixa de 850 MHz, e libera mais espectro para uso das operadoras nos 700 MHz. Também há mudanças em 850 MHz, 450 MHz e 900 MHz, 1,8 GHz e 2,1 GHz.

Diretor da empresa, Luiz Minoru, afirmou que decisão sobre espectro ainda depende de nuances do edital 5G, que será votado pela Anatel nesta semana

gallitto

Reservas de espectro significariam menos desses recursos para operadoras móveis e consumidores, o que pode comprometer a quinta geração

Para Marcos Ferrari, da Conexis, mudanças no edital que elevem o preço das faixas de frequência podem onerar investimentos e atrasar chegada do 5G. Por isso propõe mais diálogo antes da publicação das regras definitivas do certame.

O conselheiro da Anatel, Emmanoel Campel, em live do Inovatic 2021

Ao analisar a renovação das licenças de 850 MHz da operadora, conselheiros discordaram quanto ao melhor método de precificação. Venceu a posição do relator Emmanoel Campelo, que defendeu a cobrança do preço de mercado pelo espectro. Com isso, licenças da Vivo são renovadas até 2028.