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edital da Anatel


Leonardo Euler de Morais afirma que o edital da 5G não pode se submeter a qualquer movimento de fusão ou aquisição do mercado e que ainda considera factível lançá-lo em dezembro deste ano. Disse estar bem otimista com a inclusão de mais 100 MHz na faixa de 3,5 GHz para o leilão.

Para Carlos Duprat, se os leilões da Anatel mirassem menos arrecadação para o governo, poderia haver mais metas de cobertura.

Oito empresas vão disputar os lotes A e B do leilão da Anatel, cujas propostas serão abertas no dia 17 de dezembro. O que seria a grande surpresa do mercado, o interesse da AT&T pelas frequências de celular, acabou não se confirmando. A empresa apenas se credenciou para disputar os lotes A e B , mas não apresentou garantias ou a documentação necessária, ficando fora da disputa. Deverá comprar frequências do lote C, que é para banda larga fixa, e atraiu pouco mais de 300 interessados.

Nove empresas se credenciaram para comprar frequências de 1.800 MHz e de 2.500 MHz FDD (para celular) no leilão da Anatel, cuja abertura de propostas se dará no próximo dia 17 de dezembro. Na lista dos interessados, algumas surpresas, como o ingresso de empresas sob o nome fantasia e mesmo a participação da Sky, cuja expectativa era de sua presença apenas na disputa por frequências regionais de banda larga fixa. Com isso, a AT&T mostra que está interessada em entrar no mercado de telefonia móvel brasileiro.

O edital de venda de frequências de 1,8 GHz, 1,9 GHz, 2,5 GHz, e de 3,GHz traz duas novidades frente ao que foi anunciado na semana passada: há um prazo limite para entrada em operação do serviço para as empresas que comprarem as licenças municipais de banda larga fixa (2,5 GHz TDD e 3,5 GHz) e cai o percentual de compras de produtos nacionais e com tecnologia nacional

A Anatel publicou hoje, 6, no DIário Oficial da União, a norma que estabelece as regras para a comprovação, por parte das operadoras de celular, de preferência nas compras aos produtos e serviços com tecnologia nacional que serão instalados nas redes de quarta geração no Brasil. As empresas precisarão chegar em 2020 com 70% dos produtos e serviços usados na rede de celular brasileiras produzidos no Brasil e 20% com tecnologia nacional. E, anualmente, terão que contratar auditor externo para validar as obrigações de compra, que vão aumentando paulatinamente a cada ano.

Além de adquirir os equipamentos para os radiodifusores instalarem os seus sitemas digitais e distribuir conversor, filtro e antena externa para as famílias de baixa renda listadas no Bolsa Família, a entidade, bancada pelas teles, terá que ter dois outros custos adicionais: criar um call center para explicar a toda a população sobre as questões relativas ao desligamento da TV analógica; e fazer campanha publicitária, inclusive em TV aberta, sobre este desligamento.