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Conforme o relatório da Anatel, a cobertura do celular alcança hoje 90% da população e a meta é chegar em 98,65% em 2023. Dos 253,4 milhões de chips ativos, ainda 11% deles contam com a tecnologia 2G, ou seja, sem acesso à internet. Na banda larga fixa, a fibra óptica já representa 47% dos 35,9 milhões de acessos, sendo que os ISPs lideram a oferta, com 40,6% do mercado.

Essa decisão muda as regras de competição do mercado brasileiro de telefonia celular, que pode deixar de ter cinco operadores para contar com apenas três empresas. O primeiro passo dessa concentração poderá ser a Nextel. O segundo, a Oi.

Das 30 milhões de casas com banda larga fixa, 4,5 milhões recebem a internet pela fibra ótica. Desse total, as prestadoras de pequeno porte levam o FTTH pra 2,03 milhões, ou já representam 47% do mercado. Para presidente da Abrint, Basilio Peres, em dois meses os pequenos já passarão as grandes nessa tecnologia.

Os principais serviços de telecomunicações do país, conforme os mapas divulgados hoje, 24, pela Anatel, mostram que ainda há muito a fazer pela competição.

Para Andre Borges, a Anatel deve permitir que a competição seja o mais livre possível.

A operadora italiana que fazer uma IPO (oferta pública de ações) de 40% da subsidiária Inwit, que possui hoje 11,5 mil sites de equipamentos de celulares em todo o país.