
MCTIC lança edital para contratar redes para 82 cidades em duas semanas
67 cidades são do lote vencido pelo prestador de serviços G4S, que desistiu desse segmento de mercado; e 15 de emendas parlamentares contempladas pela LOA 2017.

67 cidades são do lote vencido pelo prestador de serviços G4S, que desistiu desse segmento de mercado; e 15 de emendas parlamentares contempladas pela LOA 2017.

Com a nova política de telecom, em consulta pública, o Programa Cidades Inteligentes, do MCTIC, vai passar a exigir da prefeitura o compartilhamento da infraestrutura de fibra óptica com entidades públicas e empresas privadas.

Acordo de cooperação vai garantir acesso às tecnologias desenvolvidas pela rede universitária de telemedicina

O regulamento se aplica para torres, dutos, cabos e armários e estabelece que compartilhamento de torres a preços de custo só para operadoras com PMS.
![By phogel (Flickr: Ilja de Marajo Beach, Para / Brazil) [CC BY 2.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/2.0)], via Wikimedia Commons](https://telesintese.com.br/wp-content/uploads/2017/08/TELESINTESE-Ilha-de-Marajo-Beach-Para-Brazil.jpg)
A Prodepa, empresa de TICs do governo do Pará, vai firmar parcerias com provedores regionais. O primeiro trecho é a rede que chega à Ilha do Marajó.

Este será o terceiro backhaul da Linkabr, uma SPE que interconectou Feira de Santana a Salvador e Feira de Santana a Santo Antônio de Jesus.

Para o ex-presidente da Telebras, Jorge Bittar, os recursos do TAC são recursos públicos e, assim, as redes de banda larga a serem implantadas com eles devem ser abertas.

A Secretaria de Ciência e Tecnologia da Bahia, responsável pelo projeto, está firmando parceria com a RNP e vai usar a rede da Chesf para interligar 24 POPs a 100 Gbps.

A LinkaBr, SPE criada pelo provedores, já construiu um backbone ligando Feira de Santana a Salvador, criou um PTT privado em Feira e implanta uma rede entre esta cidade e Santo Antônio de Jesus.

A preocupação do sistema de defesa do consumidor é quanto a mudança dos termos de uso.

Mapear capacidade excedente de todo o parque é custoso, demorado, e não necessariamente viabilizará projetos de compartilhamento, defende Sinditelebrasil

Como a Abrint e Telcomp, quer previsão de compartilhamento além dos centros urbanos.

Para associação das empresas de torres de telecom, proposta do regulamento de compartilhamento leva agência a extrapolar suas atribuições.

Debate acontece em Brasília, no próximo dia 26

A anuência prévia, segundo o conselheiro Otávio Rodrigues, segue os mesmos condicionantes da autorização concedida ao acordo Vivo/Nextel
Empresas criaram unidade independente para administrar a rede compartilhada.

País concluiu digitalização da TV e vai ofertar uso compartilhado de frequência em 700 Mhz.