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O Brasil já é o maior mercado do grupo América Móvil e o que cresce mais rápido. A empresa fechou o primeiro trimestre deste ano com 108,3 milhões de acessos – entre a operadora de celular Claro, a de mercado corporativo, Embratel, e de TV paga, NET -. Crescimento de 5,8%. Mas os resultados consolidados do grupo (a fusão ocorreu em dezembro de 2014) apresentam receitas de R$ 8,33 bilhões, crescimento de 145% frente ao período anterior, e prejuízo de R$ 2,09 bilhões, frente ao lucro de R$ 327,2 milhões de igual período de 2014

A maior parte do recurso foi destinado para expansão da rede de telefonia móvel e banda larga para aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos aos clientes

O conselho de administração da holding aprovou hoje, 19, os investimentos de R$ 14 bilhões para o Brasil para o período de três anos e de 10 bilhões de euros para a Italia. No mercado doméstico a empresa projeta queda de receitas este ano, e aqui, menor crescimento, devido a migração do serviço de voz e SMS e queda na VU-M.

O destaque do ano de 2014 foi o crescimento de 28% na receita de voz móvel, 20% em TV, e 14% na de soluções de Telecom a clientes corporativos.

Resultado foi impactado pela operação na Venezuela, onde a empresa precisa efetuar conversão cambial a taxas fixadas pelo governo. A Telefônica Brasil teve receita, em euros, de 11,23 bilhões no ano, e de 2,85 bilhões no trimestre. O resultado faz da operação nacional responder por cerca de 22% do resultado do grupo, atrás apenas de Espanha, onde a receita é de 12 bilhões de euros.

Empresa reafirma bom posicionamento financeiro ante dilemas enfrentados pela controladora nos Estados Unidos, ressaltando alto ARPU e baixo churn.

Empresa volta a dizer que venda de ativos da PT Portugal à Altice e de torres à SBA reduzem a alavancagem e colocam a companhia em condições de participar da consolidação no mercado nacional de telecomunicações.

Smartphones venderam 21% mais no trimestre do que no mesmo período de 2013.

Empresa vai cortar 15% dos funcionários da divisão de dispositivos móveis e deixará de pagar dividendos, afirmam agências.