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5 ghz


Entre os itens que foram objeto da diligência, estão informações sobre a governança da rede da Amazônia, os relatórios executivos da rede Privativa, e a desestatização da Telebras.

Crédito: Anatel

Agência ressalta, porém, que terá ciência melhor dos prazos e publicação do edital a partir da entrega do acórdão pelo TCU

Lei Geral de Telecomunicações faz 25 anos

O conselheiro Carlos Baigorri assinalou que depois de aprovado em definitivo, o edital precisará ficar disponível para a análise dos interessados por um período de 30 a 45 dias, mas a peça pode ser aprovada em circuito deliberativo.

Nos leilões passados, foram realizados novos sorteios para a escolha do relator que elaborou o edital definitivo de venda de frequências, o que deverá ocorrer também este ano.

A operadora afirma que o espectro pode ser utilizado principalmente para complementar a infraestrutura em fibra óptica

O 5G só começará a ser oferecido nas cidades com mais de 30 mil habitantes dentro de sete anos, a partir de 2028, conforme as atuais regras do leilão. Por isso, há pleitos para que a quarta licença nacional a ser vendida tenha metas diferenciadas.

O ministro Fábio Faria anunciou hoje, 14, que o TCU julgará as regras do leilão no dia 18 de agosto às 10 horas, e que a Anatel libera o edital sete dias depois que recebê-lo do Tribunal. E ,por isso, não haverá atraso no ingresso da 5G no país. Segundo Faria, no final deste ano algumas operadoras já estarão ofertando o 5G puro.

Leonardo de Morais defendeu a metodologia de preços adotada pela agência para a venda das frequências do 5G e avaliou que as redes Open Ran ainda não estão maduras, cabendo ao regulador não criar obstáculos para que elas cresçam.

A operadora pernambucana mantém interesse em comprar, por meio de consórcio, um lote regional da faixa de 3,5 GHz e, sozinha ou de forma coordenada, um lote da faixa de 26 GHz.

Crédito: Freepik

O Tribunal aponta como incompletos os estudos apresentados pela Anatel para encontrar os preços das faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e de 26 GHz, além da inexistência de documentação sobre as redes privativa do governo e da Amazônia (Pais). Somente depois de fornecidas todas essas informações é que começará a contar o prazo de 90 dias para o Tribunal se manifestar.

Segundo Márcio de Jesus, empresa vai disputar lotes de frequência em sua área de concessão

Estações que não estiverem na base de dados da Anatel até 1º de abril não contarão para fins de cálculo do valor ressarcido ou da migração de equipamentos para outra faixa de frequência.

A Conexis e as operadoras de celular mantêm a defesa da proposta híbrida, na qual o processo de limpeza seria iniciado com a instalação de filtros nas antenas parabólicas para que os custos sejam menores e o ingresso da tecnologia 5G mais rápido.

Executivo de um dos principais ISPs do país vê cenário positivo para os pequenos financiarem entrada na 5G.

Neko desiste da faixa de 26 GHz. Crédito: Freepik

A frequência foi harmonizada com o restante do mundo para receber as tecnologias 4g e 5G do celular. Mas também o serviço privado terá 30 MHz reservados para si

Para a entidade que representa as operadoras de satélite somente com a proteção dentro da frequência de 3,5 GHz é que esses serviços estarão protegidos de interferência. Já para a Abrint, essa proteção iria “desperdiçar” espectro de forma conservadora.

A operadora alega que as especificações técnicas propostas pela Anatel vão encarecer os equipamentos e, no final, o preço para os usuários. Abinee, Ericsson e Nokia também pedem a manutenção dos padrões internacionais

Anatel quer coletar dados sobre Vsats

Para as emissoras comerciais de TV, os atuais canais de TVROs (TV aberta por parabólica) que ocupam hoje a banda C do satélite devem todos migrar para a banda Ku, pois alegam que em pouco tempo “não haverá mais espaço para a TVRO na Banda C” e argumentam que a instalação de filtros na atuais antenas parabólicas para impedir a interferência da 5G seria “desperdício de recursos públicos”.