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3.500 MHz


O 5G só começará a ser oferecido nas cidades com mais de 30 mil habitantes dentro de sete anos, a partir de 2028, conforme as atuais regras do leilão. Por isso, há pleitos para que a quarta licença nacional a ser vendida tenha metas diferenciadas.

Leonardo de Morais defendeu a metodologia de preços adotada pela agência para a venda das frequências do 5G e avaliou que as redes Open Ran ainda não estão maduras, cabendo ao regulador não criar obstáculos para que elas cresçam.

Por maioria de votos o conselho da Anatel decidiu que a mesma entidade que vai distribuir os Kits das TVs por parabólica também vai gerir os recursos da rede privativa do governo e da rede da Amazônia.

A faixa mais importante da 5G terá 4 licenças nacionais com 80 MHz e uma regional com 8 blocos de 20 MHz. Na segunda rodada, todas as faixas de 3,5 GHz serão divididas em 20 MHz.

A área técnica da agência ponderou que essa meta não é razoável e pode gerar até mesmo desestímulo para a participação no leilão.

Para Rodrigo Abreu, o interesse das TVs não pode impedir que a 5G aconteça no Brasil.

Para a entidade que representa as operadoras de satélite somente com a proteção dentro da frequência de 3,5 GHz é que esses serviços estarão protegidos de interferência. Já para a Abrint, essa proteção iria “desperdiçar” espectro de forma conservadora.

A operadora alega que as especificações técnicas propostas pela Anatel vão encarecer os equipamentos e, no final, o preço para os usuários. Abinee, Ericsson e Nokia também pedem a manutenção dos padrões internacionais

Três novos equipamentos serão testados pelo SindiTelebrasil e CPQD até o dia 10 de julho. Em seguida uma nova rodada de testes laboratoriais até o dia 17 de julho, quando então a Anatel irá decidir sobre os testes de campo.

Segundo o CEO, Rodrigo Abreu, pode ser interessante para a nova empresa adquirir faixa de 3,5 GHz para oferecer o serviço de FWA – ou banda larga fixa sem-fio.