Rio+20 foi teste de grande evento para Oi


Muitos foram os desafios da Oi ao assumir a tarefa de prover os serviços de telecomunicações e de tecnologia da informação para a Rio + 20. O esforço valeu a pena. O serviço de internet prestado chegou a ser elogiado no discurso da presidente Dilma Rousseff, no encerramento do evento. De quebra, o trabalho da operadora foi reconhecido, ainda, em vários artigos da imprensa nacional e internacional, entre os quais um do New York Times.

O caso de sucesso da operadora foi apresentado no 12º Encontro Wireless Mundi em um dos painéis técnicos da parte manhã. “Nós já tínhamos experiência em encontros internacionais anteriores – como nos casos dos Jogos do Pan Americano e os Réveillons de Copacabana. Mas a Rio + 20 foi ainda maior que nossas experiências anteriores, pois recebeu chefes de estado e personalidades de 193 países e contou com 150 mil participantes”, resumiu Roni Wajnberg, gerente de projetos corporativos da operadora.

PUBLICIDADE

Coube à Oi garantir ao longo de onze dias em junho passado sinal de internet simultaneamente para 67 mil pessoas, das quais 32 mil com Wi-Fi 10 Gbps; instalar e gerenciar 1,8 mil pontos cabeados de acesso à internet ao longo de 7 quilômetros de fibra óptica, assim como 8 quilômetros de cabos telefônicos e 225 quilômetros de cabo de rede LAN; fornecer 5 mil ativos tecnologia da informação – incluindo computadores de mesa e tablets -, 950 linhas telefônicas, 161 totens interativos com informações diversas.

Wajnberg frisa que os trabalhos da conferência internacional de sustentabilidade começaram bem antes da cúpula dos chefes de estado, já no dia 13, com as reuniões preparatórias, e se estenderam até o encerramento no dia 22 de junho em vários locais da cidade – do Rio Centro ao Parque dos Atletas, da Arena da Barra, ao Museu de Arte Moderna, incluindo, ainda, o Píer Mauá e o Parque do Flamengo.

Segundo o executivo, os serviços prestados foram muito além dos típicos de telecomunicações. Incluíram, ainda, vídeo conferências entre os pavilhões, suporte, help desk, servidores de computação em nuvem e uma solução de segurança da informação customizada para o evento. Um exército de 500 pessoas foi arregimentado pela operadora durante o evento para dar apoio aos usuários nos diversos pontos que o evento abrangia.

Segundo Wajnberg, os serviços foram contratados em licitação pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e exigiram não só redundância na infraestrutura de conexão, como, também, a de uma estação telefônica, montada próxima ao Rio Centro em um contêiner.

Seguindo o espírito da conferência, a sustentabilidade foi uma das diretrizes do contrato, exigindo uma logística de vulto. “A título de exemplo, os 225 quilômetros de cabos de rede LAN instalado foram todos recolhidos e devolvidos à fabricante para reciclagem”, conta o executivo. Na loja Oi, instalada no Rio Centro, urnas de coleta de bateria usadas reforçavam o conceito.

Tampouco foram negligenciados aspectos de acessibilidade. O executivo citou, por exemplo, os 161 totens espalhados nos locais da conferência – além de hotéis e aeroportos da cidade – que dispunham de fones de ouvido para orientavam as pesquisas por informação dos deficientes visuais.

PUBLICIDADE
Anterior Oi aprova lançamento de debêntures no valor de R$ 3,3 bilhões
Próximos Curitiba fica em 1º no Índice de Cidades Digitais 2012