Resiliência das redes foi destaque nas comemorações de 23 anos da Anatel


Fachada da sede da Anatel. Foto: Sinclair Maia/Anatel – 2007

O ano de 2020, com a pandemia do coronavírus, foi o mais desafiador para a Anatel, havia um receio de que a infraestrutura de conectividade não resistira ao aumento das atividades virtuais em função da crise sanitária. “Mas meses depois temos a resposta, a infraestrutura resistiu e mais, as telecomunicações foram sem dúvida o mecanismo que possibilitou que as atividades econômicas, de governo, de ensino e de lazer prosseguissem”, afirmou o presidente da agência, Leonardo de Morais, em evento virtual, que comemorou os 23 anos da órgão regulador.

Morais citou os avanços regulatórios, como o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com a TIM e o uso da obrigação de fazer ao invés de multa, novo regulamento de licenciamento e outorga, o uso da guilhotina regulatória, app comparador, consulta pública do edital do 5G. Ele afirmou que o trabalho da Anatel foi reconhecido pela OCDE, em relatório divulgado recentemente. Para 2021, o presidente pretende aumentar o ritmo de trabalho.

Todos os conselheiros participaram do evento, inclusive o Abraão Balbino, convocado para substituir interinamente Vicente Aquino, que teve o mandato concluído. Todos ressaltaram a excelência do corpo técnico da agência, “considerado um dos melhores do mundo”, ressaltou Balbino.

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O recém nomeado secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Vitor Menezes, destacou o trabalho da agência e a resiliência das redes de telecomunicações, que suportaram 264,8 milhões de downloads do aplicativo da Caixa Econômica do auxílio emergencial. “Em pouco tempo, 30 milhões de brasileiros, que sequer tinham CPF, foram incluídos e já têm contas digitais”, disse.

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