Receita da Vivo volta a crescer, mas lucro cai no 1T21


A operadora registrou crescimento de sua base de clientes de 2,9% ano-a-ano; retomada de crescimento da receita líquida, para de R$ 10, 849 (mais 0,2%); e queda de 18% no lucro líquido em comparação ao ano passado, para R$ 942 milhões. 

A Telefônica Vivo divulgou hoje, 11, à noite o resultado operacional do primeiro trimestre de 2021. E apresentou crescimento em sua base de clientes de 2,9% ano-a-ano; retomada de crescimento da receita líquida, para R$ 10, 849 bilhões (crescimento de 0,2%) ; e queda de 18% no lucro líquido em comparação ao ano passado, registrando R$ 942 milhões.

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A base total de clientes somou 96 milhões, com crescimento de 41% na base de clientes de banda larga fixa por FTTH (fibra óptica até a residência), somando 3,746 milhões de clientes, com captação recorde de 368 mil adições líquidas no período.

Receita

De sua receita líquida, R$ R$ 7,14 bilhões vieram da telefonia celular e R$ 2,41 bilhões de sua rede fixa. As receitas decorrentes de atividades complementares da operadora ou receitas não core somaram R$ 1,28 bilhão. O EBITDA (fluxo de caixa) recorrente somou R$ 4,455 bilhões (mais 0,5%).

Os acessos pós-pago cresceram 5,2% ano-a-ano e já somam 57,7% dos acessos móveis da empresa. A Vivo fechou o primeiro trimestre de 2021 com 914 mil acessos de IPTV, que renderam à empresa R$ 325 milhões. A operadora faturou ainda R$ 770 milhões.

A empresa investiu R$ 2,92 bilhões no período (incluindo o leasing); sem o leasing os investimentos somaram R$ 1,943 bilhão.

Acionistas

A Vivo tem um endividamento de R$ 12,8 bilhões, cuja maioria é de longo prazo (R$ 8,8 bilhões).

Durante o 1T21, o Conselho de Administração deliberou o crédito de juros sobre capital próprio no valor bruto total de R$ 700 milhões, com base nos balanços mensais apurados no período. Tais proventos serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório do exercício social de 2021, adreferendum da Assembleia Geral de Acionistas de 2022.

 

 

 

 

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