Rangel inicia 3º mandato na Ancine prometendo consolidar o SeAC


Manoel Rangel inicia seu terceiro mandato na presidência da Ancine com o desafio de promover a consolidação da lei 12.485/11 (SeAC), da TV por assinatura. De acordo com ele, que teve seu nome confirmado na última quarta-feira no plenário do Senado, a nova regra altera o consumo audiovisual da maioria dos domicílios ao incluir as cotas de programação nacional, mas ainda são poucas as programadoras brasileiras. “É preciso apoiá-las e garantir que uma divisão equilibrada das receitas oriundas da expansão do serviço, as fortaleça no mercado interno”, defendeu.

Para Rangel, é neste fortalecimento e na internacionalização das programadoras brasileiras, que reside a melhor condição para a inserção internacional plena dos filmes feitos no país, as novelas e séries, a música, o futebol, enfim, a cultura brasileira. Ele afirmou que a agência irá expedir os regulamentos complementares e implantar o sistema de acompanhamento da programação.

PUBLICIDADE

Outra meta do presidente da Ancine é acompanhar a evolução tecnológica e o surgimento de novos serviços audiovisuais decorrentes da universalização da banda larga no país. E também regulamentar os programas de desenvolvimento do setor ampliando a escala e o alcance da ação de fomento do Fundo Setorial do Audiovisual. Para isso, disse que vai rever o modelo de fomento construído em 1993, perseguindo maior agilidade, eficiência e menos burocracia.

Rangel promete ainda reestruturar a Ancine para que “desempenhe melhor suas atribuições regulatórias e de desenvolvimento”, disse. As novas metas do presidente da Ancine foram apresentadas durante sua sabatina no Senado.

Anterior Indra lança medidor compacto para smart grid
Próximos Presidente do Uruguai anula licença de DTH da Claro