Qualcomm diz que M2M deve apostar nas redes 4G


4g-lte-logoUma das preocupações importantes frente ao desenvolvimento da comunicação máquina a máquina, que deve quadruplicar o número de conexões móveis nos próximos anos, é planejamento das redes para suportar o crescimento do M2M. “É preciso planejar o que vem pela frente”, destacou Oren Pinsky, diretor da Qualcomm América Latina, ao participar do debate sobre M2M no Brasil realizado hoje, em São Paulo, durante o 37 Encontro Tele.Síntese.

Com investimentos no desenvolvimento de M2M em vários segmentos, entre os quais se destacam o automotivo e o de saúde, a avaliação da Qualcomm, destacou Pinsky, é de que os ciclos de duração de cada geração de tecnologia mostra que será mais barato investir nas redes de 4G para suportar o M2M. “Os ciclos duram em média dez anos. De imediato, pode parecer mais vantajoso investir em dispositivos, como sensores e módulos, para as redes 2G, pois os produtos são mais baratos. Mas como a tecnologia 2G está perto do final de sua vida útil, parece valer mais a pena, considerando o custo do equipamento ao longo da vida, apostar nas redes 4G”, disse Pinsky.

Outra preocupação que se coloca em termos de tecnologia, contou Pinsky, é desenvolver soluções para prolongar a vida útil das baterias dos sensores. “Nos laboratórios, o objetivo é fazer  baterias que durem sete anos”, mencionou Pinsky, já que um dos maiores custos na comunicação máquina a máquina é a troca de baterias. “Não só sem função do custo da bateria em si, mas da logística para fazer a troca”, disse ele.

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