Projeto mSchools destina 100 milhões de euros para professores digitais


Projeto mSchools destina 100 milhões de euros para professores digitais

A região da Catalunha, cuja capital é Barcelona e onde é realizado o Mobile World Congress, desenvolve há nove anos,  com a GSMA, o projeto mSchools, uma parceria público-privada, que visa a treinar os professores e a fornecer ferramentas educacionais para a digitalização dos alunos.

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Segundo John Hoffman, CEO da GSMA e chairman da iniciativa, os efeitos da pandemia do Covid geraram profundo impacto na educação, mas os professores  conseguiram dar respostas necessárias para manter a continuidade dos cursos.

No programa do governo da Catalunha de digitalização do ensino e aprendizagem de conteúdo, serão distribuídos em três anos 314 mil dispositivos de acesso para os alunos de primeiro e segundo graus. Serão ainda destinados € 100 milhões para a capacitação tecnológica dos professores, para facilitar a prática docente.

No programa de Estratégia Digital da região, serão criados também Centros de Competência Digital, voltados para os docentes, de maneira a fazer com que esses profissionais criem ferramentas e metodologias pedagógicas utilizando os atuais recursos disponíveis, como inteligência artificial e blockchain. “Os alunos já gostam de tecnologia e o professor do futuro também precisa gostar”, afirmou Hoffman, do mSchools.

Digitalização escolas brasileiras

No Brasil, ainda se monta o programa para dar acesso à internet a todas as escolas públicas brasileiras. Essa política pública foi incluída no leilão do 5G por pressão do Poder Legislativo e por iniciativa do Tribunal de Contas da União (TCU), que acabou incluindo esta obrigação de universalização da conexão do ensino para as operadoras que adquiriram espectro de 26 GHz no leilão da Anatel.

Mas o governo ainda não sabe sequer qual é o número de unidades de ensino que precisam de conexão e qual a capacidade de banda precisará ser implementada. Este trabalho será realizado pelo grupo formado pelos representantes das empresas que compraram as frequências e pela Anatel.

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