Presidente da Claro não vê problema em uso da Eletronet pelo governo


 O presidente da Claro, João Cox, defendeu hoje, durante o Futurecom, que a infraestrutura pública (ou, em outras palavras, a rede da Eletronet) deva também ser usada para a oferta de serviços à sociedade. "O Brasil não pode ter infraestrutura parada, por isso, não vejo problemas em que haja uma rede pública, desde que as …

 O presidente da Claro, João Cox, defendeu hoje, durante o Futurecom, que a infraestrutura pública (ou, em outras palavras, a rede da Eletronet) deva também ser usada para a oferta de serviços à sociedade. "O Brasil não pode ter infraestrutura parada, por isso, não vejo problemas em que haja uma rede pública, desde que as condições sejam equânimes para o governo e iniciativa privada", completou.

Para levar a banda larga a todos os brasileiros, Cox defendeu a adoção de um pacto nacional entre governo, sociedade e iniciativa privada. "A iniciativa privada vai expandir a banda larga porque há demanda. Mas se o governo quiser acelerar o processo, é preciso firmar esse pacto", defendeu o executivo.

E, no seu entender, o papel do governo deve ser o de reduzir a carga tributária. Além de o Brasil ter a alíquota mais alta do mundo, Cox assinalou que os tributos  penalizam os mais pobres, já que eles são cobrados sobre os aparelhos e não sobre as receitas que geram, fazendo com que os pré-pagos paguem mais impostos do que os telefones pós-pagos.

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