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Oi não descarta consolidação

Concessionária desmente reportagem publicada por O Globo, segundo a qual haveria troca de dívida por ações.

A Oi enviou comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negando o conteúdo da reportagem publicada ontem, 15, pelo jornal O Globo. Segundo o texto do jornal, a operadora estaria planejando reestruturar sua dívida promovendo a troca de títulos por ações. No texto, diz ainda que o banco BTG Pactual segue buscando uma consolidação que envolva a operadora.

À CVM, a concessionária desmente parte das informações divulgadas por O Globo. “A Oi ressalta que recebeu com indignação as referidas informações inverídicas e que não condizem com a realidade dos fatos”, afirma. A empresa nega qualquer negociação do estilo “golden parachute” com os diretores. Esse tipo de contrato traz salvaguardas que protegem os executivos e, segundo O Globo, já haveria propostas na mesa para o atual comando. “Tal informação não é verdadeira”, reitera a Oi.

Quanto à forma como a dívida será reestruturada, a companhia frisa que a PJT Partners foi contratada para buscar alternativas “financeiras e estratégicas para otimizar a liquidez” e o perfil de endividamento. “A Oi e a PJT vêm naturalmente estudando todas as oportunidades e propostas de alternativas que possam atingir os objetivos propostos, o que poderia envolver ou não a emissão de novas ações. Todavia, a Oi esclarece que não há qualquer definição ou decisão sobre uma alternativa a ser implementada e, portanto, essa informação também não é verdadeira”, afirma.

O BTG Pactual ainda tem a missão de promover a consolidação no setor, lembra a Oi. “O mandato firmado com o BTG Pactual em 14 de março de 2015 tendo por objetivo a participação da companhia num processo de consolidação do mercado brasileiro de telecomunicações permanece válido e em vigor por 18 meses”, ressalta.

Hoje, 16, O Globo traz nova reportagem, na qual não cita fontes, dizendo que o fundo Cerberus estaria interessado em investir na operadora. A negociação estaria sendo feita pelos acionistas portugueses da Pharol, grupo que detêm a maior participação na concessionária brasileira. O mesmo rumor já havia circulado no mercado cerca de um mês atrás.

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