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Anuário TeleSíntese

O cliente é quem ganha a venda

O modelo insere os clientes na equação financeira do marketing e vendas das empresas

Vagner Sobrinho, Vice-presidente e co-fundador e Cássio Rosas, diretor de Novos Negócios e Estratégia./Crédito: Tele.Síntese

WIBX

1º Lugar

Categoria Startups Digitais

Empresa: Wiboo Company

[O Tele.Síntese publica ao longo das próximas semanas as reportagens publicadas no Anuário Tele.Síntese de Inovação 2022, editado no final do ano passado e que pode ser baixado na íntegra e gratuitamente aqui]

Enquanto a Web 1.0 baseava-se em hiperlinks, sendo utilizada para apenas exibir conteúdo estático, a Web 2.0 revolucionou o uso disseminando a prática de produção de conteúdo pelo cliente. Agora, com a automação e a descentralização do blockchain, a Web 3.0 dá ainda mais poder ao usuário, passando a remunerá-lo. O aplicativo Wibx, desenvolvido pela startup Wiboo, atua como uma ferramenta de engajamento para consumidores (B2C) e empresas (B2B), por meio de um  ecossistema em blockchain, que trabalha a descentralização de marketing e vendas por meio de recompensas.

“Uma blockchain interna faz a verificação das funcionalidades, divisões, campanhas; e o app está preparado para Web 3.0, Metaverso e conta com um utility token (moeda digital) desenvolvido,  listado  no mercado secundário. O modelo insere o cliente na equação financeira do marketing e vendas das empresas”, define Cássio Rosas, diretor de Novos Negócios e Estratégia da Wiboo.

O CRM rende mais, incentivando, trabalhando e convertendo com a base de clientes; sendo uma solução que se adapta bem para varejo, indústria, serviços como telecomunicações, finanças ou mesmo pequenos negócios.

O app permite que as pessoas recomendem marcas, produtos, serviços para seus amigos, familiares, colegas de trabalho  por meio  de suas redes sociais, canais de comunicação; e, pelo engajamento e/ou venda, recebam uma moeda digital como recompensa. A moeda Wibx pode ser trocada por produtos ou serviços ou por dinheiro nas exchanges onde está listada. Além disso, todas as ações ficam registradas em blockchain, que é público, podendo ser auditadas.

“O projeto procura aproximar e engajar as pessoas, utilizando o conceito de comunidade. A pessoa divulga o conteúdo da marca em suas redes; e, se o seu amigo clica no link e fecha o produto, ela é recompensada com a moeda Wibx. O ecossistema tem ainda funcionalidades como gameficação com desafios, games com realidade aumentada e geolocalização”, explica Rosas.

Em poucos cliques, o usuário tem sua conta criada e validada, e já pode compartilhar conteúdos e/ou produtos. Do lado das empresas, um painel permite a criação de campanhas e acesso a muitos dados para insights e decisão de negócio. A Wiboo oferece ainda uma opção whitelabel, para que a marca customize a solução com sua identidade.

Rosas diz que toda recomendação tende a ser melhor aceita, e o engajamento e  a  conversão tornam-se exponenciais. “Uma boca a boca digital, com a segurança e  a  transparência que o blockchain proporciona”, conclui Rosas. (Carmen Nery)

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