Nova fábrica vai ampliar em 30% produção da Furukawa


A Furukawa conclui nesta semana a instalação de sua nova fábrica em Curitiba (PR) para expandir a produção de soluções de conectividade óptica. O investimento foi de R$ 24 milhões e vai aumentar a capacidade em 30%. Segundo o presidente da companhia, Foad Shaikhzadeh, a Furukawa Industrial Optoeletrônica (FIO), veio para atender o aumento grande da demanda por equipamentos de conectividade.

A empresa afirma que, além de ampliação do espaço físico, a nova unidade ganha em automação, modernização e, ainda, passa a abrigar uma nova área de produção de equipamentos ópticos ativos, atendendo à demanda do mercado por soluções cada vez mais completas, no conceito one-stop-shop.

A aprovação da compra do terreno foi realizada pelos acionistas em junho e de agosto até agora, o galpão foi transformado para abrigar a fábrica. “Toda a implantação foi feita durante a pandemia, o que mostra que a demanda por conectividade e a aceitação da solução de cabos e cordões pré-conectorizados em fábrica”, disse Foad.

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A solução, produzida sob medida para os mais diversos ambientes de rede externa e interna, vem ganhando o reconhecido pelo mercado. Para a companhia, o ganho proporcionado por esses produtos plug & play fez sua demanda aumentar em curto prazo. O número de funcionários nessa unidade também será ampliado para 580 pessoas, sendo 80 de novos colaboradores.

Com um total de mais de 2 mil funcionários, o Grupo Furukawa LatAm está adotando um modelo de jornada administrativa de trabalho com horário flexível, inédito no setor  industrial. “Nossos trabalhadores estão empenhados em manter a produção da Furukawa”, completou Foad. A produção na nova unidade terá início nos primeiros dias de 2021.

Foad adiantou que, a partir de meados do ano que vem, a fábrica deve começar a produzir os cabos com mais de 400 fibras, usadas para redes externas (o cabo comum tem até 280 fibras). E, a partir de 2022, passará a abrigar os projetos de cabos de alto desempenho, com até 6.912 fibras empilhadas, que são usadas em data centers. “O Brasil não vai ficar de fora desse movimento”, afirmou.

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