Médios e pequenos produtores rurais no foco da Claro


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os grandes motivadores das soluções fim a fim da Claro para o campo foram os pequenos e médios produtores, já que os grandes usam mais tecnologias do que em outros países e possuem centros de operações. A afirmação é do  diretor de Negócios de IoT da operadora, Eduardo Polidoro, que participou, nesta segunda-feira, 14, do Agrotic 2020. Segundo ele, as cooperativas são essenciais para que a tecnologia chegue a esses produtores.

Segundo Polidoro, as soluções agregam valores ao produtor rural e é um business para operadora. Para ele, está provado que as grandes operadoras estão empenhadas em levar a conectividade para o campo. Mas admite que ainda há resistência de alguns pequenos produtores em apostar na conectividade, o que não  acontece com os grandes produtores.

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“Tecnologia e vontade do nosso lado existem e capacidade de execução. É super claro que o setor está pronto para atender o campo”, disse Polidoro. “Quando as coisas acontecem em conjunto o valor percebido é maior”, completou.

Para conectar o campo, a Claro usa restritamente a faixa de 450 MHz e amplamente, a de 700 MHz, uma vez que não existe uma quantidade de dispositivos disponíveis no caso da frequência mais baixa.

Roaming permanente

Eduardo Polidoro considera o chip Iot lançado pela Algar e que conecta com todas as operadoras – uma pergunta feita pela audiência – é baseado em roaming permanente, que não é permitido no Brasil. “Essa é uma questão polêmica, de regulação”, disse.

O Agrotic 2020 é promovido pelo Tele.Síntese, em parceria com a ESALQTec. Totalmente virtual, o evento e acontece até sexta-feira.

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