Leilão 5G quer arrecadar R$ 50 bilhões das empresas que comprarem as frequências


Desse total R$ 10 bilhões vão para os cofres da União e R$ 40 bilhões serão aplicados, em sua maioria, na rede 4G para a cobertura das estradas federais e mais de nove mil localidades que ainda não tem o acesso à internet. Os compromissos serão atendidos até o ano de 2029.

Frente foi lançada nesta quarta, 14, e é resultado de uma articulação da CNS (Confederação Nacional de Serviços)

O valor econômico mínimo do leilão do 5G – o que inclui o preço mínimo a ser pago para a União e os compromissos de investimentos exigidos pela aquisição das frequências somará um total de R$ 50 bilhões, crescimento de 13% no valor final em relação ao que a Anatel tinha calculado inicialmente. Essa correção ocorreu devido à mudança de critérios na instalação de antenas e a inclusão de compromissos de conectividade as escolas, que somaram mais R$ 6 bilhões, conforme detrminação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Embora o leilão seja tratado como “não arrecadatório”, entrará para os cofres da  União R$ 10 bilhões e os R$ 40 bilhões restantes serão aplicados nos compromissos exigidos. Entre eles, R$ 2,5 bilhões serão destinados para as emissoras de TV e os telespectadores de canais por parabólicaç R$ 1 bilhão vai para a rede particular do governo e R$ 1,5 bilhão vai para a rede de dados da Amazônia.  Os outros R$ 35 bilhões serão gastos na maioria com compromissos de 4G para levar a rede de celular para as  estradas federais, para levar celular para  nove mil localidades que não tem acesso ainda a qualquer serviço de celular e R$ 6 bilhões para a conectividade nas escolas.

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Os compromissos serão cumpridos no período de 2022 a 2029, a depender da faixa adquirida.

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