Isabel do Santos admite mudar condições para viabilizar compra da PT


Diante da recusa liminar da Oi em aceitar as condições da OPA, a empresária angolana, Isabel dos Santos, admite alterar a proposta nos pontos rechaçados pela tele brasileira. Mas disse que não abre mão da condição que impede a venda da PT Portugal.

Entre as condições não aceitas pela Oi está a suspensão temporária da fusão enquanto a OPA decorrer, a eliminação da limitação de direitos de voto da CorpCo e o direito a comprar ações da Oi (ou da CorpCo) na bolsa, informou o porta-voz de Isabel dos Santos. Outra alteração certa é relativa ao preço, que pode chegar próximo ao que calcula o mercado, de 2,14 euros por ação, ao invés de 1,35 euros oferecidos inicialmente. Até porque, desde o lançamento preliminar da OPA, os papéis da operadora portuguesa subiram e hoje estão valendo 1,41 euros cada. Mas a oferta da angolana é pela holding, e não pela operadora.

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O porta-voz da empresária reitera que a proposta apresentada por Isabel dos Santos cria valor e permite “a manutenção da unidade da Portugal Telecom, evitando o desmantelamento da empresa portuguesa”. “Isabel dos Santos reafirma interesse em reunir vontades” que permitam viabilizar a oferta. E que fará tudo o que estiver ao seu alcance para que seja concretizada”, adiantou. ( com agências).

 

 

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