Interação é um dos segredos dos games, diz especialista do TIMTec


A TIM promoveu na noite desta quarta-feira (27), no palco principal da Campus Party, um aulão sobre programação de games. Apresentada por João Bernardes, professor de Programação de Games do TIM Tec – plataforma do Instituto TIM em código aberto do tipo MOOC na qual são realizados cursos online gratuitos – a aula teve foco em aspectos importantes para quem deseja criar um game de sucesso.

Para o professor, a construção de um jogo envolve vários aspectos. “Em especial, envolve a arte, a programação e o viés do negócio. Se essas três perspectivas não andarem juntas, dificilmente o produto final terá êxito”, afirmou Bernardes.

Segundo ele, um dos pontos principais para desenvolvimento de um game é interação. “Alguns detalhes fazem a diferença. Em Programação, por exemplo, a interação nos jogos e os diferentes tipos de controle são essenciais (por voz, por movimento ou toque)”, explicou. Em Computação Gráfica, os efeitos realistas e reflexos que precisam ser criados têm um peso diferente. Para a Animação, a abordagem foi sobre a captura de movimentos e o risco de impactar a qualidade do game, ao criar personagens humanos. O profissional destacou ainda a dificuldade de se trabalhar dentro da Simulação Física e a importância da Música e do Som para ambientação e clima.

“Para tornar um jogo único num mercado repleto de games é preciso se destacar em um ou mais aspectos. É preciso perguntar: o que faz o seu jogo diferente? O que prototipar? Vou me destacar na animação, nos efeitos ou na música, por exemplo?”, disse ele, que é professor no curso de sistemas de informação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, onde desenvolve pesquisa na área de interação em 3D e suas aplicações em jogos eletrônicos e educação.

A tecnologia e os conteúdos da plataforma TIM Tec estão sendo compartilhados com Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia com o apoio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (SETEC/MEC). O Instituto TIM apoia e acompanha os Institutos Federais parceiros no processo de instalação e uso da plataforma, que é um software livre, de código aberto. (assessoria de imprensa).

Anterior Samsung lança dois smartphones
Próximos Em 2 meses, 20% dos pré-pagos da empresa migraram para o Oi Livre