Indústria de eletrônicos deve gerar receita de US$ 223,2 bilhões em 2015


Os relógios inteligentes que a Lenovo apresentou na CES deste ano: tela em e-ink e bateria capaz de durar até 10 dias, segundo aempresa. Custará US$ 89.

A indústria de eletrônicos de consumo deve crescer 3% em 2015, alcançando a receita de US$ 223,2 bilhões nos Estados Unidos, a maior da história, afirma a Consumer Electronics Association.

A expectativa é que a categorias de produtos emergentes, como impressoras 3D, TVs 4K, termostados conectados, robôs domésticos, carros e veículos aéreos não tripulados, câmeras IP e vestíveis como smartwathes cresçam, no conjunto, 108% este ano.

PUBLICIDADE

A categoria ainda representa uma pequena fatia do faturamento para o setor, mas deve fechar o ano com vendas totais de US$ 11 bilhões.

Os vestíveis devem se tornar a bola da vez definitivamente este ano. Lenovo, Sony, Samsung, LG, Alcatel Onetouch, Garmin, e muitos outros fabricantes, apresentam na feira CES, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos, até dia 9 de janeiro, diversos tipos de pulseiras, relógios inteligentes.

A Garmin lançou pulseiras e relógios. Aqui, a Vívofit 2, acompanha o dia do usuário e avisa quando ele está sedentário. A carga da bateria dura um ano, diz a empresa. Custará a partir de US$ 129,99 nos EUA.

A associação acredita que as vendas de todos os dispositivos vestíveis, incluindo aí roupas, sapatos e óculos com sensores, deve atingir 30,9 milhões de unidades nos Estados Unidos este ano – 61% a mais que em 2014. A receita com a categoria será de US$ 5,1 bilhões, 133% maior que ano passado.

Já os smartwatches e smartbands, que coletam ao longo do dia dados sobre o comportamento e saúde do usuário, devem representar US$ 1,8 bilhão da receita, vendendo 20 milhões de unidades.

No caso dos smartphones, a associação prevê vendas de 169,3 milhões de unidades neste ano, um crescimento de 6%. A receita deve crescer 5%, chegando a US$ 51,3 bilhões. Aparelhos com telas maiores, entre 5,3 e 6,5 polegadas devem apresentar maior crescimento de vendas.

Os tablets, por sua vez, vão crescer de modo mais tímidos, cerca de 3%. A receita deve cair 1%, ficando em US$ 24,9 bilhões. Prevendo número um pouco melhores em âmbito mundial, a consultoria Gartner também indica redução no ritmo de vendas para os tablets.

Anterior Ações da PT continuam em queda livre e da Oi têm ligeira melhora
Próximos Renier Souza assume diretoria de Engenharia da Cisco no Brasil