GSMA se une a Unicef para proteção online às crianças


A GSMA começa a divulgar as Diretrizes para a Proteção da Criança Online no âmbito da indústria móvel na América Latina e Caribe. A iniciativa, divulgada nesta quinta-feira (21), é parte da colaboração firmada entre a entidade com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Para isso, será promovida uma série de workshops e webinários com empresas e entidades. Mas as instituições se comprometem também em oferecer apoio prático para a implementação das Diretrizes país a país.

As novas Diretrizes da Indústria para a Proteção da Criança Online foram desenvolvidas pela Unicef, a União Internacional de Telecomunicações (UIT), a GSMA e outras entidades, e são o resultado de uma consulta mais ampla com membros da sociedade civil, empresas, universidades, governos, organizações internacionais e jovens. Projetadas para serem relevantes a uma ampla gama de empresas que desenvolvem, fornecem ou utilizam de redes de comunicações e tecnologias de internet na oferta de seus produtos e serviços, as diretrizes estabelecem uma base para a utilização mais segura e protegida de serviços baseados na internet por crianças latino-americanas agora e no futuro.

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As novas Diretrizes abrangem cinco áreas-chave: a inclusão de considerações sobre  direitos das crianças em todas as políticas corporativas e  processos de gestão; o desenvolvimento de procedimentos operacionais padronizados para lidar com material de abuso sexual infantil; a criação de um ambiente online mais seguro e apropriado à idade; educação de crianças, pais e professores sobre a segurança das crianças online; e promoção de tecnologia digital como uma forma de aumentar o envolvimento cívico.

“A era atual de disponibilidade em massa de internet banda larga e tecnologia móvel coloca desafios significativos à segurança das crianças online, o que requer uma resposta global e coordenada,” disse Bernt Aasen, diretor regional da Unicef para América Latina e Caribe. “Embora iniciativas locais e nacionais continuem sendo essenciais, a Internet não conhece fronteiras, e a cooperação internacional sobre a proteção da criança online é essencial para proteger todas as crianças.”(Com assessoria de imprensa)

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