GSMA defende mais uma vez destinação da faixa de 6 GHz para 5G


A GSMA convocou por meio de nota publicada hoje, 17, os países a liberarem o licenciamento da 5G no espectro de 6 GHz. A inciativa contou com apoio da Ericsson, Huawei, Nokia e ZTE. A organização afirmou que disponibilizar a faixa para a quinta geração é essencial para entregar a velocidade necessária e permitir as aplicações mais críticas da 5G.

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A América Latina, bem como os Estados Unidos foram citados como os países que não utilizaram “esse recurso valioso” para a 5G, mas para o WiFi e outras tecnologias não licenciáveis. A organização havia criticado a Anatel, após a agência destinar toda a faixa de 6 GHz para equipamentos de internet de banda larga sem fio em fevereiro deste ano. Na ocasião, a entidade defendeu que o Brasil deveria separar ao menos 700 MHz da faixa para a 5G.

Além do licenciamento das frequências 6425-7125 MHz, a GSMA pediu aos governos a garantia da proteção dos serviços de backhaul. A organização também disse que, à depender das necessidades de cada país, é possível liberar as frequências 5925-6425 MHz em uma base isenta de licença, com regras de tecnologia neutra.

A GSMA mencionou ainda que a 5G precisará de 2 GHz da banda C para entregar o seu potencial por completo. Seguindo esse critério, a China está na frente por empregar todos os 1200 MHz da faixa de 6 GHz na quinta geração. John Giusti, CRO (Chief Regulatory Officer) da GSMA chegou a falar que a destinação do 6 GHz para outras aplicações “ameaça” o desenvolvimento econômico esperado com a implantação da 5G. (Com assessoria de imprensa)

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