Governança de dados do governo federal ainda tem muito a avançar, diz secretário do Ministério da Economia


A governança de dados do Governo Federal segue como uma questão que ainda “precisa avançar bastante”, afirma Ciro Avelino secretário-adjunto da secretaria de Governo Digital do ministério da Economia hoje, 23, em evento promovido pela Brasscom.

A proteção de dados se torna uma necessidade ainda maior à medida em que cresce a oferta de serviços digitais. A utilização dos dados online aumenta a superfície de riscos para operações. De acordo com o secretário, o Executivo já buscou a nomeação do encarregado de dados, função prevista pela LGPD. Além disso, o governo formulou uma cartilha de proteção de dados.

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Avelino também levantou a questão da qualidade dos serviços digitais, que “não são oferecidos da melhor forma”. No entanto, ele opina que a pandemia trouxe um legado fundamental para a melhoria dos serviços digitais: o olhar para o usuário. Isso significa “olhar para a necessidade específica dele [do usuário], olhar o que dá conveniência a ele para acessar o serviço”, comentou.

De 2019 até hoje, 1261 serviços digitais do governo federal deixaram de ser oferecidos exclusivamente pelo meio físico e passaram, também, para o digital. Isso tem um potencial de economia de aproximadamente R$ 2 milhões anuais, conforme informações fornecidas por Avelino. A União estabeleceu a meta de transformar 100% dos seus serviços para o meio digital até o fim de 2022, com o intuito de complementar o presencial.

 

 

 

 

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