Google remove mais de 700 mil apps por violação da política da Google Play


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Empresa identificou quase 1 milhão de apps que descumpriam regras

Em 2020, mais de 709 mil aplicativos e cerca de 119 mil contas foram removidos da loja de aplicativos do Google, anunciou a empresa. Os endereços violavam as políticas da Google Play. Foram identificados inúmeros  desenvolvedores mal intencionados ou que praticavam spam.

As remoções aconteceram depois de abusos identificados por modelos de aprendizado de máquina. A Google Play Protect escaneou mais de 100 bilhões de aplicativos em busca de malwares, segundo o Google. “O trabalho para identificar e mitigar aplicativos e desenvolvedores mal-intencionados também evoluiu para combater novos comportamentos prejudiciais e formas de abuso”, diz o comunicado do Google.

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A empresa informa que, no ano passado, reduziu ainda mais o acesso de desenvolvedores às permissões sensíveis (câmera, microfone, contas, contatos, telefone ou dados do usuário). Em fevereiro, houve o anúncio de uma nova política de localização em segundo plano para garantir que os aplicativos que solicitam tais permissões precisem justificar melhor o uso dos dados para fornecer um benefício claro ao usuário.

Como resultado da nova política, os desenvolvedores agora precisam demonstrar esse benefício e informar os usuários sobre ele de forma objetiva. Caso contrário, os apps podem ser removidos da Google Play.

A norma começou a valer para aplicativos que não atendem às novas diretrizes e uma atualização sobre o uso dessa permissão será divulgada no Blog do Google, em breve.

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